quinta-feira, 5 março, 2026
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Amanda Gutierres marca primeiro gol da Copa América Feminina em Brasil x Venezeula

Amanda Gutierres

Em um confronto eletrizante, a seleção brasileira feminina abriu o placar contra a Venezuela na estreia da Copa América Feminina 2025, realizada no Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito, Equador, neste domingo, 13 de julho de 2025, às 21h. Amanda Gutierres, atacante do Brasil, marcou o primeiro gol da competição aos 31 minutos do primeiro tempo, após jogada iniciada por Isa Haas e assistência de Gio Garbelini. O jogo, que segue em andamento, tem sido marcado por intensidade e lances disputados, com a Venezuela respondendo com perigo em contra-ataques. A partida, válida pela primeira fase do Grupo B, coloca frente a frente as octacampeãs brasileiras contra uma equipe venezuelana comandada pelo técnico brasileiro Ricardo Belli, ex-Palmeiras. O embate reflete a rivalidade técnica entre os treinadores Arthur Elias e Belli, que já se enfrentaram em decisões no futebol brasileiro.

A seleção brasileira entrou em campo com a força de sua história, buscando o nono título na competição, enquanto a Venezuela tenta surpreender com uma estratégia defensiva sólida e transições rápidas. O gol de Gutierres trouxe alívio às brasileiras, que pressionam desde o início, mas enfrentam resistência. O jogo segue em aberto, com chances para ambos os lados.

O confronto tem atraído atenção pela qualidade técnica e pela importância do torneio, que define vagas para competições internacionais. A torcida em Quito acompanha cada lance com entusiasmo, enquanto o Brasil tenta consolidar sua vantagem antes do intervalo.

Início intenso no Chillogallo

O jogo começou com o Brasil impondo pressão na saída de bola venezuelana. Logo aos 2 minutos, Marta cobrou um escanteio curto, finalizando de longe, mas a bola passou por cima do travessão. A Venezuela respondeu com um lateral cobrado por Dayana Rodríguez, que terminou em finalização de Castellanos, mas sem direção. A intensidade inicial mostrou o preparo físico de ambas as equipes.

  • Pressão brasileira: O Brasil dominou os primeiros minutos, com Amanda Gutierres forçando erro de Cáceres aos 3 minutos.
  • Resposta venezuelana: A Venezuela buscou transições rápidas, com Dayana Rodríguez arriscando de longe aos 19 minutos.
  • Equilíbrio tático: As equipes trocaram chances, mas a defesa brasileira se destacou com cortes precisos de Isa Haas e Fê Palermo.

O primeiro tempo seguiu com jogadas de velocidade, especialmente pelo lado esquerdo do Brasil, onde Gabi Portilho e Gio Garbelini criaram oportunidades. A Venezuela, por sua vez, apostou em bolas longas e na movimentação de Castellanos.

Amanda Gutierres decide com oportunismo

Aos 31 minutos, o Brasil abriu o placar com um lance que exemplificou sua eficiência ofensiva. Isa Haas recuperou a bola no campo de defesa e encontrou Gio Garbelini livre pelo lado direito. A atacante avançou com velocidade e cruzou rasteiro para Amanda Gutierres, que, bem posicionada, apenas empurrou para o gol. O lance foi um golpe para a Venezuela, que vinha segurando bem a pressão brasileira.

O gol mudou a dinâmica da partida, com o Brasil ganhando confiança e a Venezuela buscando se reorganizar. Antes do gol, Amanda já havia pressionado a goleira Cáceres, forçando um erro que quase resultou em gol. A atacante, em grande fase, é uma das apostas de Arthur Elias para liderar o ataque brasileiro.

A Venezuela, mesmo após o gol, não se intimidou. Aos 33 minutos, Gaby García aproveitou um cruzamento e finalizou para fora, mostrando que a equipe ainda tem poder de reação. O técnico Ricardo Belli, conhecido por sua experiência no futebol brasileiro, ajustou o posicionamento defensivo para conter as investidas brasileiras.

Minutagem dos principais lances

O jogo tem sido marcado por momentos de alta intensidade, com lances que mostram o equilíbrio entre as equipes. Abaixo, os principais momentos do primeiro tempo até os 43 minutos:

  • 2’: Marta finaliza de longe após escanteio curto com Gabi Portilho, mas a bola vai por cima do gol.
  • 19’: Dayana Rodríguez arrisca chute de longa distância, levando perigo ao gol de Lorena.
  • 23’: Dayana Rodríguez tenta chute por cobertura, mas a bola passa perto da trave e sai pela linha de fundo.
  • 27’: Fê Palermo recebe cartão amarelo por falta em Dayana Rodríguez no meio-campo.
  • 31’: Amanda Gutierres marca o primeiro gol da Copa América Feminina, após assistência de Gio Garbelini.

Esses lances destacam a troca constante de domínio, com o Brasil apostando em velocidade e a Venezuela explorando erros defensivos.

Confronto de estratégias

O duelo entre Arthur Elias e Ricardo Belli é um dos pontos altos da partida. Elias, técnico do Brasil, escalou a equipe com uma formação ofensiva, priorizando a posse de bola e a pressão alta. Já Belli, que comandou o Palmeiras em confrontos contra o Corinthians de Elias, optou por uma postura mais cautelosa, com marcação compacta e contra-ataques. A rivalidade entre os treinadores adiciona um tempero extra ao jogo.

O Brasil, atual campeão da competição, entrou em campo com nomes como Marta, Duda Sampaio e Gabi Portilho, que têm se destacado pela movimentação. A Venezuela, por sua vez, conta com a experiência de Cáceres no gol e a criatividade de Dayana Rodríguez no meio-campo. A partida tem mostrado equilíbrio, com ambas as equipes criando chances claras.

A torcida brasileira, mesmo longe de casa, faz barulho no Chillogallo, enquanto os venezuelanos tentam incentivar sua equipe. O estádio, conhecido pela atmosfera vibrante, reflete a importância do torneio para o futebol feminino sul-americano.

Momentos de perigo da Venezuela

Apesar do gol brasileiro, a Venezuela não se limitou a defender. Aos 23 minutos, Dayana Rodríguez quase surpreendeu com um chute por cobertura, que passou perto da trave. A volante venezuelana tem sido a principal articuladora da equipe, criando jogadas com passes longos e finalizações de média distância. Castellanos, no ataque, também levou perigo em cabeceios, mas sem acertar o alvo.

A defesa brasileira, liderada por Fê Palermo e Isa Haas, tem trabalhado para conter as investidas venezuelanas. Lorena, goleira do Brasil, também foi exigida, especialmente aos 15 minutos, quando saiu bem para cortar uma bola longa. A solidez defensiva tem sido fundamental para manter a vantagem brasileira até o momento.

O jogo paralisou brevemente aos 17 minutos, quando Lorena precisou de atendimento após um chutão, mas a goleira se recuperou rapidamente. A arbitragem tem sido rigorosa, com destaque para o cartão amarelo de Fê Palermo aos 27 minutos, o que exige cuidado das brasileiras para evitar novas punições.

Protagonismo de Amanda Gutierres

Amanda Gutierres tem se destacado como a peça-chave do ataque brasileiro. Além do gol, a atacante pressionou a saída de bola venezuelana, forçando erros de Cáceres e da defesa adversária. Aos 26 minutos, ela quase marcou novamente, mas o lance foi anulado por impedimento. Sua movimentação constante e posicionamento na área têm complicado a marcação venezuelana.

A jogadora, que atua com velocidade e precisão, é uma das promessas do futebol feminino brasileiro. Sua parceria com Gio Garbelini e Gabi Portilho tem garantido ao Brasil opções ofensivas variadas. O gol de Gutierres, além de abrir o placar, reforça a importância de sua titularidade na equipe de Arthur Elias.

A Venezuela, por outro lado, tenta responder com jogadas ensaiadas. Aos 28 minutos, Romero cruzou após uma cobrança de falta, mas Gio Garbelini cortou o lance. A equipe venezuelana precisa melhorar a pontaria para equilibrar o jogo antes do intervalo.

Cenário do Grupo B

O Brasil faz parte do Grupo B, que também conta com Bolívia, Colômbia e Paraguai. A estreia contra a Venezuela é crucial para as brasileiras, que buscam consolidar a liderança do grupo desde o início. A competição, realizada no Equador, tem sido marcada por jogos disputados, como o empate entre Equador e Uruguai (2 a 2) e a vitória do Chile sobre o Peru (3 a 0) no Grupo A.

A Copa América Feminina 2025 é uma oportunidade para o Brasil reforçar sua hegemonia no continente. Com oito títulos, a seleção brasileira é a maior vencedora do torneio, seguida pela Argentina, com apenas uma conquista. A Venezuela, embora menos tradicional, tem mostrado evolução, especialmente sob o comando de Ricardo Belli.

O jogo segue em andamento, com o Brasil tentando ampliar a vantagem e a Venezuela buscando o empate. A torcida espera por mais emoção no segundo tempo, enquanto as equipes ajustam suas estratégias para garantir um bom resultado na estreia.

Linha do tempo dos minutos iniciais

Os primeiros minutos da partida foram determinantes para o ritmo do jogo. Abaixo, uma linha do tempo com os lances mais marcantes:

  • 0’: Jogo começa com a Venezuela cobrando lateral e Castellanos finalizando para fora.
  • 3’: Amanda Gutierres pressiona Cáceres, que manda a bola para a linha de fundo.
  • 8’: Gio Garbelini cruza para Gabi Portilho, mas a defesa venezuelana corta o lance.
  • 19’: Dayana Rodríguez chuta de longe, levando perigo ao gol brasileiro.
  • 31’: Amanda Gutierres marca o gol que abre o placar, após jogada de Isa Haas e Gio Garbelini.

Esses momentos mostram a troca de domínio entre as equipes, com o Brasil sendo mais eficiente nas finalizações.

Expectativa para o restante do jogo

Com o placar de 1 a 0, o Brasil busca manter a posse de bola e explorar os contra-ataques, enquanto a Venezuela tenta reagir com jogadas rápidas. Marta, que tem sido uma líder em campo, segue organizando as jogadas brasileiras, enquanto Dayana Rodríguez é a principal esperança venezuelana. O confronto permanece aberto, com chances de mais gols antes do apito final do primeiro tempo.

A partida é um reflexo da competitividade do futebol feminino sul-americano, com jovens talentos e jogadoras experientes em destaque. O Brasil, com sua tradição, enfrenta uma Venezuela determinada a surpreender. O estádio Chillogallo segue vibrando com cada lance, enquanto as equipes lutam por um resultado positivo na estreia.

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