sexta-feira, 6 março, 2026
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Denise Richards denuncia abusos físicos de Aaron Phypers e obtém medida protetiva

Denise Richards

Denise Richards, atriz conhecida por “Real Housewives of Beverly Hills”, acusou o ex-marido Aaron Phypers, de 52 anos, de violência doméstica em um pedido de medida protetiva apresentado em 16 de julho de 2025, no Tribunal Superior da Califórnia, em Los Angeles. A ordem temporária foi concedida no mesmo dia, após a apresentação de fotos que mostram hematomas no rosto de Richards, supostamente causados por Phypers. A denúncia detalha abusos físicos e verbais ao longo dos seis anos de casamento, incluindo agressões recentes entre 4 e 14 de julho. Richards alega que Phypers a ameaçou de morte e possui pelo menos oito armas não registradas, aumentando seu medo. A medida proíbe Phypers de se aproximar a menos de 100 metros dela até 8 de agosto, quando haverá uma audiência judicial.

O caso veio à tona após Phypers pedir o divórcio em 7 de julho, citando “diferenças irreconciliáveis”. Richards afirma que os abusos a impediram de denunciar antes, por temor de represálias.

  • Data da ordem: 16 de julho de 2025.
  • Duração da medida: Até 8 de agosto de 2025.
  • Acusações principais: Agressões físicas, ameaças de morte e invasão de privacidade.

Histórico de abusos relatados

Denise Richards relatou que os abusos de Aaron Phypers começaram logo no início do casamento, em 2018, e se intensificaram ao longo dos anos. Segundo documentos judiciais, Phypers a agrediu fisicamente em várias ocasiões, incluindo episódios em que a estrangulou, espremeu sua cabeça com força, bateu em seu rosto e a empurrou contra objetos, como uma prateleira de toalhas no banheiro. Ela afirma ter sofrido pelo menos três concussões devido às agressões.

Além das agressões físicas, Richards denunciou abusos verbais graves. Phypers teria gritado insultos degradantes, como “vadia” e “lixo”, frequentemente na presença de terceiros, incluindo o pai dele, Steven Phypers. Um incidente em 4 de julho de 2025, descrito nos autos, envolveu Phypers invadindo uma propriedade alugada por Richards, aproximando-se a poucos centímetros de seu rosto e proferindo ofensas. No dia seguinte, ele teria batido em sua cabeça, derrubando seu chapéu, e a arrastado pelas escadas, causando dor intensa.

Richards também acusou o ex-marido de comportamento controlador, como acessar seu celular e laptop enquanto ela dormia, baixando mensagens privadas para seu próprio dispositivo. Ela alega que Phypers instalou dispositivos de gravação em quartos de hotel e residências para monitorá-la, aumentando sua sensação de insegurança.

  • Tipos de abuso: Estrangulamento, tapas, empurrões e ameaças.
  • Evidências: Fotos de hematomas no rosto, incluindo um olho roxo de 2022.
  • Controle: Invasão de dispositivos eletrônicos e monitoramento sem consentimento.
  • Ameaças: Promessas de “fazer desaparecer” caso Richards chamasse a polícia.
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Contexto do divórcio

O pedido de divórcio de Aaron Phypers, apresentado em 7 de julho de 2025, marcou o início da escalada pública do conflito. Ele listou 4 de julho como a data de separação, coincidindo com um dos episódios de abuso relatados por Richards. Nos documentos, Phypers solicitou pensão alimentícia, alegando que Richards ganha mais de US$ 250 mil por mês com sua conta no OnlyFans, aparições na TV e parcerias comerciais, enquanto ele não teve renda nos últimos 12 meses após fechar seu negócio, o Quantum 360 Club.

Richards, por sua vez, pediu que Phypers cubra suas despesas legais e participe de um programa de intervenção para agressores por 52 semanas. Ela também solicitou a devolução de seus dispositivos eletrônicos e a proibição de Phypers divulgar ou usar mensagens, fotos ou outros conteúdos obtidos de seus aparelhos. A atriz destacou que viveu com medo durante anos, evitando denunciar os abusos devido às ameaças de morte contra ela e o próprio Phypers.

O casal, que não tem filhos em comum, estava junto desde 2017 e se casou em setembro de 2018. Richards tem três filhas: Sami Sheen, 21, e Lola Sheen, 20, de seu casamento anterior com Charlie Sheen, e Eloise, 14, adotada por ela em 2011. Embora Phypers tenha iniciado o processo para adotar Eloise, o procedimento não foi finalizado, e Richards não incluiu as filhas no pedido de proteção.

Repercussão pública e nas redes sociais

A denúncia de Denise Richards gerou grande comoção nas redes sociais, com internautas expressando apoio à atriz e condenando a violência doméstica. Postagens em plataformas digitais destacaram a gravidade das acusações, com muitos elogiando a coragem de Richards em expor os abusos. Alguns fãs compartilharam mensagens de solidariedade, enquanto outros questionaram por que a atriz demorou a denunciar, apontando o medo de represálias como um fator comum em casos de violência doméstica.

Organizações de apoio a vítimas de violência doméstica reforçaram a importância de canais como a National Domestic Violence Hotline (1-800-799-7233), que oferece suporte confidencial 24 horas por dia. No Brasil, serviços como o Ligue 180 também fornecem assistência a mulheres em situações de violência, destacando a universalidade do problema.

  • Reação online: Apoio majoritário à Richards, com críticas à violência doméstica.
  • Debate público: Discussões sobre o silêncio das vítimas por medo de retaliação.
  • Serviços de apoio: Divulgação de linhas de ajuda nos EUA e no Brasil.
  • Impacto midiático: Caso ganhou destaque em portais como People e TMZ.

A carreira de Denise Richards e o impacto pessoal

Denise Richards, conhecida por papéis em filmes como “As Panteras: Detonando” e “007 – O Mundo Não É o Bastante”, além de sua participação em “Real Housewives of Beverly Hills”, enfrentou outros momentos de exposição pública, como seu divórcio de Charlie Sheen em 2006. A atual denúncia, no entanto, é considerada um dos episódios mais graves de sua vida pessoal, pela natureza das acusações e pelas evidências apresentadas.

A atriz relatou que os abusos afetaram sua saúde mental e física, com pelo menos três concussões documentadas. Um incidente em 2022, no qual Phypers teria ficado paranoico acreditando que plantas em seu local de trabalho continham dispositivos de escuta, resultou em um hematoma grave em seu olho. Richards afirmou que o impacto psicológico a fez temer pela própria vida, especialmente devido às ameaças de Phypers de “fazer tudo explodir” caso ela chamasse a polícia.

A decisão de tornar o caso público veio após anos de silêncio, motivada pela necessidade de proteção legal e pela escalada das agressões em julho de 2025. Richards destacou que sua prioridade é garantir segurança para si mesma, enquanto enfrenta o processo de divórcio.

Próximos passos legais

A ordem de restrição temporária, válida até 8 de agosto de 2025, determina que Phypers mantenha distância de 100 metros de Richards, sua casa, local de trabalho e veículo. A audiência judicial marcada para agosto decidirá se a medida será estendida ou modificada. Richards pediu que Phypers seja proibido de usar ou divulgar qualquer conteúdo obtido de seus dispositivos eletrônicos, reforçando a gravidade das acusações de invasão de privacidade.

Phypers ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações, e sua equipe jurídica não respondeu a pedidos de comentário até o momento. O caso, que envolve uma figura pública de grande visibilidade, levanta debates sobre violência doméstica, privacidade e o impacto de relações abusivas em celebridades.

  • Audiência marcada: 8 de agosto de 2025, no Tribunal Superior da Califórnia.
  • Pedidos de Richards: Devolução de dispositivos, custeio de despesas legais e programa de intervenção.
  • Restrições: Phypers deve manter distância de 100 metros até a audiência.
  • Silêncio de Phypers: Nenhuma resposta pública às acusações até agora.

Violência doméstica: um problema global

A denúncia de Denise Richards joga luz sobre a violência doméstica, um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Nos Estados Unidos, uma em cada quatro mulheres já sofreu algum tipo de violência por parte de um parceiro íntimo, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, a Lei Maria da Penha, em vigor desde 2006, é uma ferramenta essencial para proteger vítimas, mas os índices de feminicídio permanecem altos, com 1.437 casos registrados em 2023.

Casos como o de Richards destacam a importância de denunciar abusos, apesar do medo de retaliação. Organizações recomendam que vítimas busquem ajuda por meio de canais seguros, como o Ligue 180 no Brasil ou a National Domestic Violence Hotline nos EUA. A visibilidade do caso pode encorajar outras vítimas a romper o silêncio, reforçando a necessidade de políticas públicas e apoio social.

  • Estatísticas nos EUA: 1 em 4 mulheres sofre violência doméstica.
  • No Brasil: 1.437 feminicídios registrados em 2023.
  • Canais de ajuda: Ligue 180 (Brasil) e 1-800-799-7233 (EUA).
  • Impacto cultural: Casos de celebridades aumentam o debate público.
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