sexta-feira, 6 março, 2026
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Giulia Costa revela culpa por ser nepo baby em show de Lady Gaga no Rio

Giulia Costa

Giulia Costa, 25 anos, filha da atriz Flávia Alessandra e do falecido diretor Marcos Paulo, abriu o coração sobre a culpa que sente por ser considerada uma “nepo baby”, termo que define pessoas que alcançam sucesso profissional devido à influência de familiares famosos. Em 18 de julho de 2025, durante o podcast WOWCast, ela relatou momentos de angústia, como quando chorou ao acessar a área VIP do show de Lady Gaga em Copacabana, em maio. A jovem, que também é enteada de Otaviano Costa, destacou que lida com esses sentimentos por meio de terapia, psicologia e astrologia. A confissão, que viralizou nas redes sociais, gerou debates sobre privilégios na indústria do entretenimento. Giulia, formada em Cinema, enfatizou que tenta racionalizar a culpa, reconhecendo que não prejudica ninguém ao usufruir de suas vantagens.

A participação no podcast, ao lado de sua mãe, Flávia Alessandra, atraiu mais de 200 mil visualizações no YouTube em 48 horas. O relato de Giulia reflete um debate crescente sobre nepo babies no Brasil, com comparações a nomes como Sasha Meneghel e Jojo Todynho.

  • Culpa recorrente: Giulia chora ao perceber privilégios em eventos exclusivos.
  • Terapia e astrologia: Usa sessões e práticas espirituais para lidar com a culpa.
  • Show de Lady Gaga: Evento em Copacabana gerou crise emocional.
  • Repercussão: Vídeo do podcast alcançou 200 mil views em 48 horas.

Debate sobre nepo babies no Brasil

O termo “nepo baby”, abreviação de “nepotism baby”, ganhou força no Brasil nos últimos anos, especialmente nas redes sociais, onde jovens famosos enfrentam críticas por oportunidades ligadas a seus pais. Giulia Costa, que seguiu os passos da mãe como atriz e agora se prepara para atuar como cineasta, reconhece as vantagens de sua posição, mas revelou que elas geram um peso emocional. Durante o WOWCast, apresentado por Marcelo Feitosa e Brunno Rangel, ela descreveu como se sentiu ao atravessar a multidão para chegar à área VIP no show de Lady Gaga, que atraiu cerca de 1,6 milhão de pessoas ao Rio em maio de 2025.

A jovem relatou que a culpa a levou a chorar no banheiro durante o evento, sentindo-se mal por ter acesso privilegiado enquanto outros não tinham. “Eu fico corroendo isso por dias, perco o sono”, afirmou, destacando que questiona por que tem oportunidades que outros não têm. Flávia Alessandra, presente no podcast, complementou que a filha também sente pena de outras pessoas privilegiadas, como jogadores de futebol alvos de críticas públicas.

A discussão sobre nepo babies não é nova, mas ganhou destaque com casos como o de Sasha Meneghel, que assumiu o termo em entrevista, e Jojo Todynho, que brincou ao chamar sua filha de “nepo negra”. Segundo um levantamento da USP, 68% dos brasileiros acreditam que conexões familiares influenciam fortemente o sucesso na indústria cultural.

  • Definição: Nepo baby refere-se a quem se beneficia da fama de familiares.
  • Casos famosos: Sasha Meneghel e Jojo Todynho também abordaram o tema.
  • Pesquisa USP: 68% veem influência familiar no sucesso cultural.
  • Redes sociais: Hashtags como #NepoBaby tiveram 300 mil menções em 2025.

Terapia e astrologia como ferramentas

Para lidar com a culpa, Giulia Costa recorre a diversas práticas. No podcast, ela mencionou sessões de terapia e psicologia, além de astrologia e o uso de cristais, como formas de processar suas emoções. “Toda vez que vem essa culpa, eu penso: ‘Não estou fazendo nenhum mal com esse privilégio’”, disse, tentando racionalizar o sentimento. A abordagem reflete uma tendência entre jovens da geração Z, que buscam combinar saúde mental com espiritualidade.

A jovem destacou que a terapia a ajuda a entender que seus privilégios, como acesso a eventos exclusivos ou oportunidades na carreira, não prejudicam diretamente outras pessoas. No entanto, episódios como o do show de Lady Gaga mostram como essas reflexões ainda a afetam profundamente. A astrologia, segundo ela, oferece insights sobre sua jornada pessoal, enquanto cristais são usados para equilibrar energias.

Flávia Alessandra, que acompanhou a filha no podcast, elogiou sua sensibilidade, mas observou que Giulia às vezes exagera na autocrítica. “Ela sente pena até de quem não precisa”, disse, citando a empatia da filha por figuras públicas criticadas.

Repercussão nas redes sociais

O desabafo de Giulia viralizou rapidamente, com o trecho do WOWCast alcançando 200 mil visualizações no YouTube e gerando milhares de comentários no Instagram e TikTok. Hashtags como #GiuliaCosta e #NepoBaby entraram nos trending topics, acumulando 300 mil menções em 48 horas. Alguns internautas elogiaram a sinceridade da jovem, enquanto outros questionaram se a culpa não seria uma forma de buscar empatia pública.

Comentários como “Ela é honesta, mas quem não queria estar na área VIP?” e “Culpa não resolve desigualdade” dominaram as discussões. A página “Fofoca News” no TikTok compartilhou o vídeo, ampliando o alcance para 500 mil visualizações. Flávia Alessandra também foi mencionada, com internautas destacando sua influência na carreira da filha, que já atuou em novelas como “Malhação” e “Salve-se Quem Puder”.

  • Visualizações: Trecho do WOWCast com 200 mil views no YouTube.
  • Hashtags: #NepoBaby e #GiuliaCosta com 300 mil menções.
  • TikTok: Vídeo de “Fofoca News” atingiu 500 mil visualizações.
  • Reações mistas: Elogios à sinceridade e críticas por “culpa seletiva”.
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Carreira e escolhas de Giulia

Formada em Cinema pela PUC-Rio, Giulia Costa tem construído sua trajetória no entretenimento, mas com escolhas conscientes. Em abril de 2025, ela recusou um papel de uma personagem gorda em uma produção não revelada, alegando preocupações com representatividade. “Se eu, que não sou gorda, fizer esse papel, como fica a menina gorda que está assistindo?”, questionou, gerando outro debate nas redes sobre papéis e biotipos no audiovisual.

Sua carreira começou cedo, com participações em novelas da Globo, como “Malhação” em 2018, onde interpretou a personagem Lígia. Recentemente, foi contratada pela Band para projetos ainda não divulgados, o que reforçou as discussões sobre seu status de nepo baby. Apesar das oportunidades, Giulia afirma que busca se afirmar por seu talento, mas reconhece que o sobrenome abre portas.

A jovem também é ativa nas redes sociais, compartilhando dicas de séries e livros com seus 1,5 milhão de seguidores no Instagram. Sua presença digital, aliada à fama da mãe, mantém seu nome em evidência, mas também atrai críticas sobre privilégios.

Curiosidades sobre Giulia Costa

A trajetória de Giulia é marcada por momentos que misturam talento, privilégio e reflexão. Sua decisão de recusar papéis por representatividade e o uso de práticas como astrologia destacam uma jovem em busca de equilíbrio entre sua identidade e a sombra dos pais famosos.

  • Formação: Graduada em Cinema pela PUC-Rio em 2023.
  • Recusa de papel: Evitou personagem gorda por questões de representatividade.
  • Astrologia: Usa mapas astrais para lidar com questões emocionais.
  • Band: Contratada em 2025 para projetos ainda não revelados.

Show de Lady Gaga em Copacabana

O show de Lady Gaga em Copacabana, em maio de 2025, foi um marco cultural no Rio, atraindo 1,6 milhão de pessoas, igualando o recorde de Madonna em 2024. A área VIP, onde Giulia esteve, era reservada para celebridades e convidados, com acesso restrito e visão privilegiada. A multidão, que lotou a orla, destacou a disparidade entre o público geral e os privilegiados, um contraste que desencadeou a crise emocional de Giulia.

O evento, organizado pela prefeitura do Rio, teve um custo de R$ 20 milhões, mas gerou R$ 300 milhões em impacto econômico, segundo dados oficiais. A apresentação de Gaga, parte da turnê Chromatica Ball, incluiu hits como “Bad Romance” e “Poker Face”, consolidando sua popularidade no Brasil.

  • Público: 1,6 milhão de pessoas, igualando o recorde de Madonna.
  • Custo: R$ 20 milhões investidos pela prefeitura do Rio.
  • Impacto econômico: R$ 300 milhões gerados na cidade.
  • Turnê: Chromatica Ball, com hits como “Bad Romance”.

Debate público sobre privilégios

O caso de Giulia Costa reacende a discussão sobre desigualdades no acesso a oportunidades. Enquanto alguns veem sua culpa como um sinal de empatia, outros argumentam que ela reflete um privilégio em si, já que poucos têm acesso a terapia ou eventos exclusivos. O termo nepo baby, popularizado nos EUA, ganhou força no Brasil em 2025, com 68% dos brasileiros, segundo a USP, associando sucesso no entretenimento a conexões familiares.

Nomes como Sasha Meneghel, que assumiu ser nepo baby, e Jojo Todynho, que brincou com o termo, mostram que a aceitação do privilégio varia. Giulia, ao tratar o tema abertamente, contribui para um diálogo sobre mérito e oportunidades, mas também enfrenta críticas por expor um problema que, para muitos, é secundário frente a desigualdades maiores.

FALANDO NISSO
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