sexta-feira, 6 março, 2026
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Crise no Santos: Tiquinho Soares na mira do mercado e Cuca cotado para o comando

Tiquinho Soares

O Santos, atolado na zona de rebaixamento do Brasileirão Betano 2025 com apenas 15 pontos em 16 rodadas, enfrenta um momento crítico com decisões que podem definir sua temporada. A diretoria, pressionada por resultados, planeja negociar o atacante Tiquinho Soares, cujo desempenho caiu drasticamente, e estuda a contratação de Cuca, hoje no Atlético-MG, para substituir o técnico Cléber Xavier, que vive sob forte questionamento. A crise, agravada por derrotas como a de 2 a 1 para o Internacional e o empate com o Sport, reflete problemas táticos e financeiros. A torcida, dividida entre apoio e protestos, exige mudanças urgentes. A janela de transferências, aberta até 2 de setembro, e o jogo contra o Juventude, no Morumbis, são vistos como decisivos para o futuro do Peixe.

A situação do Santos reflete a urgência de ações nos bastidores. A diretoria, liderada por Alexandre Mattos, busca equilibrar as finanças e reforçar o elenco, enquanto a pressão sobre Cléber Xavier cresce a cada rodada. Tiquinho Soares, contratado com expectativas altas, enfrenta críticas por sua falta de gols e condição física. Cuca, com histórico vitorioso no clube, surge como esperança para reorganizar o time.

  • Problemas atuais: baixo desempenho ofensivo, com média de 0,69 gol por jogo.
  • Pressão no comando: Cléber Xavier tem apenas 36,1% de aproveitamento.
  • Negociações em curso: Tiquinho Soares é sondado por clubes asiáticos.
  • Mudança técnica: Cuca é o principal nome para assumir o time.

Insatisfação com Tiquinho Soares

A diretoria santista está frustrada com o desempenho de Tiquinho Soares, contratado do Botafogo com status de grande reforço para 2025. O atacante, que marcou sete gols no início da temporada, não balança as redes desde 20 de abril, em derrota para o São Paulo. Sob o comando de Cléber Xavier, foi titular em apenas cinco dos 13 jogos, sendo preterido por jovens como Luca Meirelles e até por Neymar, escalado como falso 9. O jejum de gols e a falta de evolução física geram questionamentos, enquanto seu salário de R$ 1 milhão mensal pesa nas finanças do clube.

A possível saída de Tiquinho é vista como estratégica para liberar recursos. Clubes da Arábia Saudita e da China já demonstraram interesse, mas o jogador, com contrato até 2027, resiste à transferência, buscando recuperar espaço no elenco. A torcida, que inicialmente o recebeu com entusiasmo, agora divide opiniões, com parte cobrando mais empenho e outros defendendo sua venda.

  • Jejum prolongado: sem gols há nove partidas.
  • Salário elevado: R$ 1 milhão por mês, um dos maiores do elenco.
  • Concorrência interna: Deivid Washington e Neymar ganham prioridade.
  • Interesse externo: propostas de clubes asiáticos em análise.

O Santos vê na janela de transferências uma oportunidade para ajustar o elenco. A venda de Tiquinho poderia financiar a contratação de um novo centroavante, mas a resistência do jogador complica os planos. A diretoria trabalha contra o tempo para encontrar um destino que atenda às expectativas financeiras e estratégicas do clube.

Crise técnica de Cléber Xavier

Cléber Xavier enfrenta um momento delicado no comando do Santos. Em sua primeira experiência como técnico principal, o treinador acumulou apenas três vitórias em 12 jogos, com aproveitamento de 36,1%. A derrota para o Internacional e o empate com o Sport, mesmo com um jogador a menos, evidenciaram fragilidades táticas, como a dificuldade em criar chances de gol e organizar o meio-campo. A eliminação na Copa do Brasil para o CRB intensificou as críticas.

A torcida, que lotou a Vila Belmiro em jogos recentes, manifesta insatisfação nas redes sociais e em protestos no CT Rei Pelé. Apesar do apoio de Neymar, que defendeu publicamente o treinador, a diretoria considera sua demissão quase certa. O jogo contra o Juventude, no próximo dia 4 de agosto, é visto como a última chance para Xavier se manter no cargo.

  • Aproveitamento baixo: 36,1% em 12 partidas.
  • Críticas táticas: meio-campo desorganizado e baixa criação ofensiva.
  • Pressão da torcida: protestos e cobranças por mudanças.
  • Jogo decisivo: confronto contra o Juventude pode selar sua saída.

A diretoria, liderada por Marcelo Teixeira, avalia que o elenco, projetado para brigar na parte de cima da tabela, não justifica a posição atual. A possível troca de comando é vista como um passo essencial para reverter a má fase e evitar um novo rebaixamento.

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Cuca como esperança de recuperação

Cuca, campeão da Libertadores pelo Santos em 2010, é o nome mais cotado para assumir o comando técnico. Atualmente no Atlético-MG, o treinador enfrenta instabilidade e pode estar disponível em breve, segundo informações de bastidores. Sua experiência e histórico no clube o tornam o favorito para reorganizar o time, explorar melhor jogadores como Neymar e Soteldo e recuperar a confiança do elenco.

A possível chegada de Cuca anima parte da torcida, mas há cautela devido ao prazo apertado para mudanças. A diretoria planeja alinhar a troca de comando com reforços pontuais, mas depende da saída de Cléber Xavier e da liberação de Cuca pelo Atlético-MG. Outros nomes, como Jorge Sampaoli e Vojvoda, foram mencionados, mas não ganharam força.

  • Histórico vitorioso: Cuca levou o Santos à Libertadores em 2010.
  • Missão tática: ajustar meio-campo e explorar laterais.
  • Prazo curto: troca pode ocorrer após o jogo contra o Juventude.
  • Apoio da torcida: nome de Cuca é bem recebido por parte dos santistas.

A expectativa é que Cuca traga uma nova dinâmica ao time, com foco em organização tática e maior aproveitamento de jogadores-chave. A diretoria vê no treinador a chance de evitar o rebaixamento e recuperar a competitividade nas competições em curso.

Reformulação na janela de transferências

Com a janela de transferências aberta até 2 de setembro, o Santos busca reforços para fortalecer o elenco. A crise ofensiva, com média de 0,69 gol por jogo, é uma das piores do Brasileirão, comparável a outros times na zona de rebaixamento. Além da possível saída de Tiquinho Soares, a diretoria prioriza a contratação de um novo centroavante e um zagueiro para estabilizar a defesa, que sofre com oscilações de Gil e Zé Ivaldo.

Recentemente, o clube anunciou reforços como Igor Vinicius, Mayke, Willian Arão e Gustavo Caballero, mas o orçamento limitado exige vendas estratégicas. A negociação de Tiquinho é vista como chave para liberar recursos, mas a diretoria também avalia opções sul-americanas de custo acessível, entre R$ 10 e 20 milhões.

  • Prioridades: novo camisa 9 e reforço na zaga.
  • Orçamento restrito: depende da venda de jogadores como Tiquinho.
  • Reforços recentes: Igor Vinicius, Mayke e Willian Arão já contratados.
  • Janela de oportunidade: aberta até 2 de setembro.

A reformulação é essencial para mudar o cenário atual. A diretoria trabalha para equilibrar as finanças e atender às expectativas da torcida, que cobra contratações de impacto para a sequência da temporada.

Reação da torcida e desafios no horizonte

A torcida santista vive um misto de esperança e frustração. Nas redes sociais, as críticas a Tiquinho Soares e Cléber Xavier dividem espaço com o apoio à possível chegada de Cuca. O empate contra o Sport, apesar da desvantagem numérica, foi visto como um sinal de luta, mas não aliviou a pressão por resultados. O jogo contra o Juventude, no Morumbis, é considerado um divisor de águas para a temporada.

Além do Brasileirão, o Santos enfrenta desafios na Copa do Brasil e na Sul-Americana, onde a falta de consistência ofensiva tem sido um obstáculo. A diretoria sabe que a reação precisa ser imediata para evitar um novo descenso, especialmente após o trauma do rebaixamento em 2023.

  • Divisão da torcida: apoio a Cuca, críticas a Tiquinho e Xavier.
  • Jogo crucial: Juventude pode definir rumos do treinador e elenco.
  • Competições paralelas: Copa do Brasil e Sul-Americana exigem reação.
  • Risco de rebaixamento: 45,7% de chance, segundo cálculos recentes.

O Santos enfrenta um momento de reconstrução, com mudanças no elenco e na comissão técnica como prioridades. A combinação de reforços, uma possível troca de comando e o apoio da torcida será determinante para superar a crise e garantir a permanência na Série A.

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