sexta-feira, 6 março, 2026
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Futebol Femino: Brasil x Colômbia disputam título da Copa América Feminina 2025 em Quito; jogo segue 0x0

Brasil x Colombia

A final da Copa América Feminina 2025 coloca Brasil e Colômbia frente a frente neste sábado, 2 de agosto, às 18h, no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito, Equador. A Seleção Brasileira, invicta e maior campeã com oito títulos, busca sua nona conquista continental, enquanto a Colômbia almeja o primeiro troféu de sua história. O duelo, que reedita a final de 2022, terá transmissão ao vivo pela TV Globo, TV Brasil e SporTV, com streaming no Globoplay e TV Brasil Play. Com ambas as equipes já classificadas para os Jogos Olímpicos de 2028, a partida promete equilíbrio e intensidade, desafiada pela altitude de 2.850 metros. Estrelas como Marta e Linda Caicedo elevam a expectativa para um jogo histórico.

As equipes chegam à decisão com campanhas sólidas. O Brasil, comandado por Arthur Elias, venceu quatro jogos e empatou um, enquanto a Colômbia, sob o comando de Ángelo Marsiglia, venceu dois e empatou três. A rivalidade crescente entre as seleções sul-americanas promete um confronto emocionante.

  • Destaques do Brasil: Marta, Amanda Gutierres e a goleira Lorena, que retorna após suspensão.
  • Destaques da Colômbia: Linda Caicedo, Mayra Ramírez e a solidez defensiva de Daniela Arias.
  • Histórico: Brasil venceu a Colômbia na final de 2022 por 1 a 0, com gol de Debinha.

O jogo marca a décima final do Brasil na competição, reforçando sua hegemonia no futebol feminino sul-americano.

Caminho até a final

O Brasil chega à final com uma campanha dominante, liderada por Arthur Elias, que assumiu a equipe em 2023. A Seleção Brasileira venceu Venezuela (2 a 0), Bolívia (6 a 0), Paraguai (4 a 1) e Uruguai (5 a 1) na semifinal, além de empatar sem gols com a Colômbia na fase de grupos. A equipe marcou 17 gols e sofreu apenas dois, mostrando força ofensiva e defensiva. Amanda Gutierres, com cinco gols, é a artilheira do torneio, enquanto Marta, aos 39 anos, segue como líder técnica e emocional.

A Colômbia, por sua vez, teve um caminho mais equilibrado, com empates contra Venezuela e Argentina, além de vitórias sobre Paraguai e Bolívia. Na semifinal, eliminou a Argentina nos pênaltis (5 a 4) após um 0 a 0 no tempo normal. A equipe colombiana sofreu apenas um gol, destacando sua solidez defensiva, liderada por Daniela Arias, e o talento ofensivo de Linda Caicedo, jovem estrela do Real Madrid.

Escalação e estratégias

O Brasil deve entrar em campo com força máxima, após Arthur Elias testar formações mistas na fase de grupos. A goleira Lorena, que cumpriu suspensão na semifinal, retorna ao gol, reforçando a defesa que sofreu apenas dois gols. A escalação provável inclui: Lorena; Yasmim, Tarciane, Mariza, Fê Palermo; Angelina, Duda Sampaio, Gabi Portilho; Gio Garbelini, Dudinha, Kerolin. A equipe aposta na velocidade de Gio e Dudinha, aliada à experiência de Marta, para desequilibrar.

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A Colômbia, comandada por Ángelo Marsiglia, deve manter sua formação tática sólida, com: Kate Tapia; Carolina Arias, Daniela Arias, Jorelyn Carabalí, Daniela Caracas; Leicy Santos, Lorena Bedoya, Ilana Izquierdo; Valerin Loboa, Linda Caicedo, Mayra Ramírez. A equipe colombiana foca na organização defensiva e na explosividade de Caicedo e Ramírez no ataque, que podem explorar contra-ataques.

  • Pontos fortes do Brasil: Ataque versátil, com 17 gols, e liderança de Marta.
  • Pontos fortes da Colômbia: Defesa sólida e talento individual de Caicedo.
  • Desafio tático: A altitude de Quito pode influenciar a intensidade do jogo.

Rivalidade em alta

O confronto entre Brasil e Colômbia consolida-se como a principal rivalidade do futebol feminino sul-americano. Nos últimos 14 encontros, o Brasil venceu 11 vezes, com três empates, incluindo o 0 a 0 na fase de grupos desta edição. A final de 2022, vencida pelo Brasil por 1 a 0, aumentou a competitividade entre as equipes. A Colômbia, que chegou às quartas de final da Copa do Mundo de 2023, busca sua primeira conquista continental, impulsionada por uma nova geração de jogadoras.

A altitude de 2.850 metros em Quito é um fator adicional. Ambas as equipes já se adaptaram ao longo do torneio, mas o Brasil, com maior rodagem em competições internacionais, pode levar vantagem na preparação física. A Colômbia, no entanto, jogou sua semifinal um dia antes, o que pode trazer uma pequena vantagem na recuperação.

Impacto da Copa América Feminina

A Copa América Feminina 2025, realizada pela primeira vez no Equador, destaca o crescimento do futebol feminino na América do Sul. Além do título, o torneio garantiu vagas para os Jogos Olímpicos de 2028, com Brasil e Colômbia já classificadas. Argentina, Uruguai e Paraguai disputarão os Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima. A média de 3,2 gols por jogo reflete a evolução técnica das seleções, superando edições anteriores.

  • Classificação olímpica: Brasil e Colômbia garantiram vagas em Los Angeles 2028.
  • Jogos Pan-Americanos: Argentina, Uruguai e Paraguai disputarão em 2027.
  • Crescimento do torneio: Média de 3,2 gols por jogo, maior que em 2022.

A final também serve como preparação para as Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2027, que será sediada no Brasil. A presença de jogadoras como Marta e Caicedo eleva a visibilidade global do torneio.

Onde assistir e como acompanhar

A final será transmitida ao vivo por múltiplos canais, garantindo ampla cobertura para os torcedores. As opções incluem TV Globo e TV Brasil na TV aberta, SporTV na TV fechada, além de streaming pelo Globoplay e TV Brasil Play. A TV Brasil inicia a cobertura às 17h30, com pré-jogo, narração de Luciana Zogaib e comentários de Brenda Balbi e Rachel Motta.

  • Canais de TV aberta: TV Globo e TV Brasil.
  • Canal de TV fechada: SporTV.
  • Streaming: Globoplay e TV Brasil Play.

A transmissão reflete o crescente interesse pelo futebol feminino, com a TV Brasil ampliando sua cobertura de competições femininas, incluindo o Campeonato Brasileiro e a Liga de Basquete Feminino.

Jogadoras em destaque

O duelo reúne algumas das principais estrelas do futebol sul-americano. Pelo Brasil, Marta, maior artilheira da história das Copas do Mundo, é a referência técnica, mesmo aos 39 anos. Amanda Gutierres, do Palmeiras, lidera a artilharia do torneio com cinco gols, enquanto jovens como Gio Garbelini e Dudinha trazem dinamismo. A goleira Lorena, com defesas decisivas, reforça a segurança defensiva.

Na Colômbia, Linda Caicedo, do Real Madrid, é a principal arma ofensiva, combinando velocidade e habilidade. Mayra Ramírez, do Chelsea, e Leicy Santos, do Atlético de Madrid, formam um meio-campo e ataque perigosos. A zagueira Daniela Arias é o pilar da defesa colombiana, que sofreu apenas um gol no torneio.

  • Marta (Brasil): Líder emocional e técnica, com experiência em finais.
  • Amanda Gutierres (Brasil): Artilheira do torneio com cinco gols.
  • Linda Caicedo (Colômbia): Jovem estrela com potencial de desequilíbrio.
  • Mayra Ramírez (Colômbia): Força física e faro de gol no ataque.

Histórico da competição

O Brasil é o maior vencedor da Copa América Feminina, com oito títulos em nove edições (1991, 1995, 1998, 2003, 2010, 2014, 2018 e 2022). A Argentina venceu em 2006, única edição sem o Brasil no topo. A Colômbia, apesar de nunca ter conquistado o torneio, chegou à final em 2022 e tem mostrado evolução constante, especialmente após a campanha histórica na Copa do Mundo de 2023.

A edição de 2025, disputada em três estádios equatorianos (Casa Blanca, Chillogallo e Banco Guayaquil), consolidou a importância do torneio como vitrine para o futebol feminino. A final entre Brasil e Colômbia reforça a rivalidade que molda o cenário sul-americano, com expectativa de um jogo equilibrado e de alto nível técnico.

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