Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, percorreu o gramado do Autódromo de Interlagos neste domingo, 14 de setembro de 2025, coletando feedbacks diretos de milhares de fãs exaustos durante o encerramento do The Town 2025, o maior festival de música, cultura e arte de São Paulo, que reuniu cerca de 200 mil pessoas ao longo de cinco dias nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro. O evento, inspirado no legado do Rock in Rio e realizado em uma área renovada de 350 mil metros quadrados transformada em Cidade da Música, destacou-se por line-ups estelares com Travis Scott abrindo a noite anterior e Katy Perry fechando com um show futurista de seu álbum 143, incluindo hits como Artificial, mas enfrentou demandas recorrentes por melhorias na estrutura, como mais banheiros e áreas de descanso, em meio a um público diversificado que viajou de várias regiões do Brasil. Essa interação surgiu como resposta a queixas colhidas ao vivo, visando refinar a edição de 2027 já confirmada para o mesmo local, onde o conforto impulsiona a imersão em performances que misturam nostalgia dos anos 90 com energias contemporâneas.
O festival, com ingressos esgotados e portões abertos das 12h à meia-noite, gerou um fluxo diário de 40 mil pessoas, equilibrando caos controlado de multidões eufóricas por Backstreet Boys e Green Day com pausas essenciais para hidratação e recarga. Medina, conhecida por sua abordagem prática em eventos de grande porte, anotou sugestões que vão além do básico, como inclusão de artistas internacionais para diversificar o line-up de 50 nomes, enquanto o público celebrava a evolução desde a estreia em 2023, com inovações como portões separados para trem e veículos evitando filas iniciais. Essa dinâmica reforça o posicionamento do The Town como experiência colaborativa, onde feedbacks reais moldam ajustes logísticos palpáveis, garantindo que o evento se adapte a um cenário competitivo de festivais na América Latina. O dia final, dedicado a divas pop como Camila Cabello e Ludmilla, contrastou com o trap enérgico de J Balvin, criando um fechamento que une gerações em um espaço de 460 mil metros quadrados equipado com 150 km de cabos e 16 mil metros quadrados de grama sintética.
A movimentação no local revelou famílias planejando intervalos após sets intensos e adolescentes vibrando com coreografias de Perry, que subiu ao palco Skyline às 23h15 com luzes e efeitos visuais teatrais.
- Portões de entrada otimizados separaram fluxos de transporte público e particular, reduzindo gargalos para 40 mil entradas diárias.
- Áreas culturais com exposições de arte urbana e food trucks criaram bolsões de tranquilidade em meio à agitação de 14 horas de programação.
- Benefícios como meia-entrada para estudantes e idosos foram verificados em catracas ágeis, estendendo acessibilidade a menores de 16 anos com responsáveis.
Esses elementos, testados em simulações pré-evento, elevaram a nota geral do festival para 8,9 no primeiro dia, segundo avaliações internas.
Inovações logísticas marcam adaptações no autódromo
Engenheiros ajustaram o layout dos palcos para eliminar zonas mortas de visibilidade, posicionando o Skyline elevado em cinco metros e instalando telões de 20 metros em direções cardeais. Medina destacou que essa precisão técnica, respondendo a relatos de 2023, garante que performances como a de Post Malone alcancem todos os cantos dos 350 mil metros quadrados, com som surround de 200 alto-falantes distribuídos em 360 graus. Fãs em áreas periféricas elogiaram a transmissão em alta definição, que capturou closes de artistas durante sets de Mariah Carey no penúltimo dia, permitindo que grupos distantes sentissem-se próximos ao palco principal.
O app do festival, atualizado com mapeamento em tempo real, guiou usuários para pontos de primeiros socorros e horários de shows, reduzindo o estresse de navegação em um terreno vasto. Essa ferramenta, integrada a dados de edições anteriores, inclui alertas para hidratação e recarga de celulares, atendendo a um público que permanece até 12 horas no evento.
Uma família de São Paulo, por exemplo, compartilhou como as zonas de sombra com redes e puffs permitiram pausas revigorantes após o punk rock enérgico de Green Day, transformando o autódromo em um anfiteatro natural onde cada detalhe fomenta interações espontâneas.
- Telões extras em quatro unidades posicionadas cardinalmente cobrem visibilidade para 100% da área.
- Som otimizado com caixas elevadas equaliza acústica em periferias, rivalizando com arenas indoor.
- Circulação ampliada entre palcos Factory e Quebrada evita congestionamentos em horários de pico.
Essas medidas, implementadas após feedbacks de 2023, contribuem para uma operação fluida que prioriza o bem-estar em um festival com mais de 100 shows simultâneos.
Feedbacks do público impulsionam mudanças em banheiros e hidratação
A duplicação de banheiros portáteis para 1.500 unidades, distribuídas perto dos palcos principais, atendeu diretamente a demandas por mais opções em meio a temperaturas elevadas de setembro. Medina, caminhando entre frequentadores, registrou histórias de alívio após longas esperas na edição anterior, enquanto estações de água gratuita a cada 100 metros combateram a desidratação durante sets de 90 minutos como o de Lionel Richie. O público, composto por imigrantes e comunidades culturais da capital paulista, elogiou a limpeza geral, avaliada em 8,7, que se somou à segurança de 8,9 para elevar a experiência global.
Lounges climatizados com 500 poltronas ergonômicas e grama sintética para piqueniques informais emergiram como refúgios essenciais, fomentando conversas entre desconhecidos após hits nostálgicos de Backstreet Boys. Uma jovem de Minas Gerais relatou como essas áreas recarregaram energias antes de Mariah Carey entoar Hero, destacando a importância de pausas em um line-up que mistura trap de Travis Scott com pop de Ivete Sangalo.
A vice-presidente enfatizou que esses espaços não representam luxos, mas necessidades para viajantes de regiões distantes, com deslocamentos longos até a zona sul de São Paulo.
- Estações de hidratação com 50 pontos distribuídos uniformemente previnem colapsos em dias quentes.
- Poltronas ergonômicas em lounges acessíveis a todos os ingressos promovem descanso prolongado.
- Limpeza reforçada com equipes dedicadas mantém padrões elevados em 350 mil metros quadrados.
Esses ajustes, colhidos em rodadas de conversa no gramado, sinalizam um compromisso com a adaptação em tempo real, transformando críticas em ações que beneficiam edições futuras.
Sugestões para line-up revelam desejos por diversidade sonora
Fãs organizaram petições informais durante intervalos de J Balvin, citando Beyoncé como o nome mais pedido para uma performance teatral de Renaissance no palco The One, equilibrando o pop anglo com empoderamento. Medina acolheu essas ideias, notando que a curadoria de 50 artistas prioriza agendas internacionais, mas vê potencial em Billie Eilish para atrair a Geração Z com sua estética indie-pop eco-consciente. O apelo pelo k-pop, impulsionado por turnês de BTS no Brasil, ganhou tração com sugestões para Stray Kids em dias temáticos, refletindo o crescimento do gênero na América Latina.
Artistas latinos como Rosalía receberam aplausos por injetar ritmos ibero-americanos, pavimentando fusões com o funk brasileiro de Ludmilla e Gloria Groove. A executiva observou que o sertanejo pop de João Gomes poderia expandir noites temáticas, enquanto pedidos por um dia dedicado ao metal, inspirado em edições passadas do Rock in Rio, dependem de disponibilidade de bandas como Bad Religion, que substituiu os Sex Pistols devido a problemas de saúde.
Um grupo de jovens elogiou a Batalha da Aldeia Superliga, com 32 MCs em competições eliminatórias nos quatro primeiros dias, como ponte para representatividade urbana.
- Beyoncé em sets teatrais eleva o Skyline com elementos visuais grandiosos.
- Billie Eilish integra sustentabilidade, alinhando-se à imagem do festival multicultural.
- K-pop com Blackpink atrai audiências jovens em tours consolidadas na região.
Essas vozes, capturadas em vídeos curtos no local, reforçam o caráter colaborativo do evento, onde aspirações dos frequentadores evoluem a programação de 2027.
Áreas de descanso fomentam interações espontâneas no festival
Redes de descanso e puffs em zonas sombreadas permitiram que fãs de Lauryn Hill recarregassem após colaborações com YG Marley e Zion Marley, criando momentos de conexão em meio à vasta infraestrutura. Medina, percorrendo o local, interagiu com famílias pedindo atrações kids zones, sugerindo artistas como Stacey Ryan para edições futuras, enquanto o The Tower Experience com dragão cenográfico cativou com acrobacias aéreas inéditas no mundo. Essa estrutura, elaborada pela Rock World, oferece refúgio do sol escaldante, com ar-condicionado em lounges que atendem a 12 horas de imersão diária.
O mapeamento digital alertou para espetáculos como The Flight, com tirolesa e roda gigante, diversificando a programação além dos palcos Factory e São Paulo Square. Fãs de Iggy Pop compartilharam como essas pausas fomentaram piqueniques informais na grama sintética, unindo gerações em um espaço de 16 mil metros quadrados dedicado ao lazer.
A organização instalou brinquedos como montanha-russa para equilibrar energias, respondendo a relatos de exaustão em 2023.
- Lounges com recarga de celulares a cada 100 metros facilitam navegação prolongada.
- Grama sintética em áreas de piquenique promove interações entre 40 mil diários.
- Acrobacias no The Flight adicionam espetáculo aéreo para pausas revigorantes.
Esses elementos transformam o autódromo em um hub de bem-estar, onde o conforto amplifica a celebração cultural.
Posicionamento de palcos garante imersão auditiva total
O Palco Quebrada, novidade da edição, estreou com MC Hariel e Tasha & Tracie, alcançando nota 9,0 por acústica otimizada em periferias urbanas. Medina explicou que ângulos ajustados eliminam distâncias excessivas, com o The One focado em diversificadas como Ms. Lauryn Hill, transmitindo som uniforme para sets de Pitty e Bruce Dickinson. Essa configuração, testada em simulações, rivaliza com o Skyline em visibilidade, onde Backstreet Boys reviveram nostalgia aos 23h15.
Público em elevações relatou imersão total durante Jason Derulo, graças a caixas distribuídas que cobrem 360 graus sem zonas mortas. A vice-presidente adicionou que engenheiros priorizaram linhas de visão equalizadas, beneficiando áreas laterais com telões extras.
Um fã de Belo no Quebrada elogiou a proximidade, que fomentou danças coletivas em ritmos de pagode.
- Elevação do Skyline em cinco metros equaliza visão para 100% dos 350 mil m².
- Caixas de som em 200 unidades criam surround auditivo imersivo.
- Palco Factory com Borges e Budah otimiza fluxo para 14 horas diárias.
Esses refinamentos posicionam o festival como referência em produção técnica, elevando cada performance a protagonista.
Experiências culturais diversificam o dia a dia do evento
Exposições de arte urbana no São Paulo Square integraram big bands com Tony Gordon e Joabe Reis, criando fusões que Medina vê como essência da Cidade da Música. Fãs de Criolo e Karol Conká compartilharam como food trucks variados, com opções de 50 estações, pausaram a maratona de shows, enquanto ativações como a Superliga de Batalha da Aldeia reuniram 32 MCs em eliminatórias que injetaram rap periférico. Essa diversidade, com 500 artistas em seis palcos, atendeu a um público de 600 mil potenciais, equilibrando trap de Don Toliver com indie de Marina Sena.
A executiva notou que colaborações como Ebony com A Julia Costa no Factory pavimentam trocas culturais, respondendo a pedidos por mais representatividade latina e amazônica, como no set de Joelma com Dona Onete e Gaby Amarantos.
Um grupo de imigrantes elogiou a acessibilidade, com meia-entrada rigorosamente verificada.
- Big bands no Square misturam jazz com ritmos locais em 17h10 diários.
- Food trucks com 50 opções atendem pausas gastronômicas simultâneas.
- Batalha da Aldeia em quatro dias eliminatórios destaca MCs regionais.
Essas ativações enriquecem o tecido do festival, tornando-o um mosaico de expressões além da música.
