sábado, 7 março, 2026
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Presente de Ayrton Senna a Adriane Galisteu: Fiat Uno é destaque em novo documentário da HBO Max

Adriane Galisteu

A série documental “Meu Ayrton por Adriane Galisteu”, lançada nesta quinta-feira (6) na HBO Max, trouxe à tona a história do Fiat Uno Mille Electronic 1993, presente dado pelo piloto Ayrton Senna à apresentadora em 1993. O carro, tratado como relíquia por Galisteu, simboliza o relacionamento de 18 meses entre os dois, marcado por momentos de afeto e memórias únicas. A produção destaca o lado humano do tricampeão de Fórmula 1, com depoimentos inéditos de amigos próximos. O veículo, conservado com menos de 40 mil quilômetros, voltou a emocionar fãs.

O documentário, dirigido por João Wainer, revisita os 405 dias do namoro entre Senna e Galisteu, encerrado tragicamente com a morte do piloto em 1994, em Ímola, Itália. O Fiat Uno, um modelo simples para a época, reflete o gesto de carinho de Senna, que surpreendeu a então modelo com o carro repleto de rosas. A produção também aborda a polêmica envolvendo a família de Senna, que teria minimizado a presença de Galisteu em projetos anteriores, como a série da Netflix de 2024.

  • O carro possui placa personalizada com as iniciais “DRI”, apelido de Adriane.
  • Galisteu recusou propostas de até R$ 200 mil pelo veículo.
  • O Uno é usado raramente, apenas para manutenção, como idas ao posto de combustível.

História do presente

O Fiat Uno Mille Electronic 1993 foi escolhido por Galisteu quando Senna perguntou qual carro ela desejava. Para a jovem de origem humilde, o modelo representava um sonho de independência. Senna, acostumado a dirigir bólidos como o Honda NSX, surpreendeu ao adotar o compacto em passeios com a namorada, muitas vezes acelerando, para preocupação de Galisteu.

Manutenção da relíquia

O veículo, com cerca de 40 mil quilômetros rodados, é mantido em perfeitas condições. Galisteu limita seu uso para evitar danos, permitindo apenas voltas curtas por motoristas de confiança. Propostas altas pelo carro foram recusadas, com a apresentadora afirmando que só o cederia para um museu dedicado a Senna.

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Simbolismo do carro

O Uno Mille carrega um valor emocional inestimável para Galisteu. A placa com as iniciais “DRI” tornou-se uma tradição mantida em todos os seus carros atuais, como o Porsche Cayenne. O modelo, equipado com motor 1.0 de 56 cavalos, era um dos últimos carburados no Brasil. Senna dirigia o carro com entusiasmo, refletindo sua paixão por velocidade. A série documental destaca como o presente simboliza a proximidade do casal.

Repercussão da série

A produção da HBO Max gerou debates entre fãs de Senna, especialmente após críticas à série da Netflix, que reduziu a participação de Galisteu. O documentário busca resgatar a narrativa da apresentadora. Depoimentos de amigos próximos trazem novas perspectivas sobre os últimos meses de Senna. A série reforça a importância de Galisteu na vida do piloto, apesar de conflitos com a família Senna.

Detalhes do documentário

“Meu Ayrton por Adriane Galisteu” foca no lado pessoal de Senna, com imagens de arquivo e histórias inéditas. A produção, dividida em dois episódios, não conta com a participação da família do piloto. A apresentadora revisitou locais marcantes, como o apartamento no bairro Jardins, em São Paulo, onde o casal ficava hospedado. Galisteu enfatizou que a série não responde à família de Senna, mas apresenta sua verdade. O documentário já é apontado como um marco para os fãs que buscam conhecer o Senna além das pistas.

Conexão com os fãs

O reaparecimento do Fiat Uno emocionou admiradores do piloto, que veem no carro uma cápsula do tempo. A história do presente reflete a simplicidade e o carinho de Senna, contrastando com sua imagem de ídolo global.

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