sábado, 7 março, 2026
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Flamengo está na final do Mundial de Clubes 2025 ao bater Pyramids e encara PSG quarta-feira pela FIFA

O Flamengo conquistou a classificação para a final da Copa Intercontinental da FIFA 2025 ao vencer o Pyramids FC por 2 a 0 neste sábado, no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Catar. Os gols foram marcados por Léo Pereira, no primeiro tempo, e Danilo, no segundo, ambos em jogadas de bola aérea com assistências de Giorgian de Arrascaeta. A partida definiu o vencedor da Copa Challenger, e o Rubro-Negro agora enfrenta o Paris Saint-Germain na decisão marcada para a próxima quarta-feira, 17 de dezembro, no mesmo local.

A equipe brasileira dominou as ações desde o início, com maior posse de bola e pressão ofensiva constante. O Pyramids adotou uma postura mais defensiva, buscando contra-ataques, mas não conseguiu criar chances claras suficientes para ameaçar o gol defendido por Agustín Rossi. O técnico Filipe Luís escalou o time com variações táticas que exploraram bem as laterais e as jogadas aéreas.

Com essa vitória, o Flamengo mantém a invencibilidade na competição e busca o título mundial após conquistas recentes na Copa Libertadores e no Campeonato Brasileiro. O confronto contra o PSG representa uma oportunidade de revanche histórica para o clube carioca em competições intercontinentais.

Desempenho do Flamengo na partida

O Flamengo controlou o jogo com posse de bola superior e finalizações precisas em momentos decisivos. Léo Pereira abriu o placar aos 23 minutos do primeiro tempo, aproveitando cobrança de falta de Arrascaeta para cabecear no canto. A defesa rubro-negra neutralizou as tentativas do Pyramids, que teve dificuldades para superar a marcação.

No segundo tempo, Danilo ampliou aos 6 minutos em outra jogada aérea, novamente com assistência do uruguaio Arrascaeta. Substituições como as entradas de Bruno Henrique e Ayrton Lucas mantiveram o ritmo intenso da equipe.

  • Posse de bola: Flamengo registrou cerca de 54% contra 19% do Pyramids em períodos disputados.
  • Finalizações: O Rubro-Negro teve mais chutes ao gol, com eficiência nas bolas paradas.
  • Cartões: O Pyramids recebeu amarelos para jogadores como Marei e Atef por faltas táticas.

Gols e momentos decisivos

Léo Pereira marcou o primeiro gol em cabeceio preciso após cobrança de falta bem executada por Arrascaeta na pequena área. O zagueiro se desmarcou e finalizou no canto, sem chances para o goleiro Ahmed El Shenawy. Esse lance definiu o panorama do primeiro tempo, onde o Flamengo cadenciou o jogo.

Danilo ampliou no início do segundo tempo com outro cabeceio, correndo sozinho para a segunda trave em nova falta cobrada pelo meia uruguaio. O Pyramids tentou reagir com trocas de passes no ataque, mas Rossi fez defesas importantes em chutes de Mayele e Ziko.

O time egípcio pressionou nos minutos finais, mas a defesa brasileira cortou lançamentos e evitou pênaltis reivindicados pelos adversários. Arrascaeta foi peça chave nas assistências e dribles que abriram espaços.

Estratégia do Pyramids e reação

O Pyramids entrou com formação defensiva, priorizando recuo e contra-ataques rápidos com Mayele na frente. A equipe africana trocou passes na intermediária, mas faltou precisão nas finalizações, como em chute de Ziko defendido por Rossi. Substituições como entradas de Fathi e Reda buscaram mais volume ofensivo.

Apesar da postura reativa, o time egípcio criou chances em bolas paradas e lançamentos longos. Zalaka e Touré tentaram infiltrações, mas a marcação de Pulgar e Jorginho impediu avanços. O técnico Krunoslav Jurčić ajustou o meio-campo, mas não evitou a superioridade brasileira.

O Pyramids, campeão da CAF Champions League, mostrou organização tática, mas não conseguiu equilibrar as ações aéreas. Jogadores como Chibi e Hamdi apoiaram no ataque, porém sem converter em gols.

Caminho do Flamengo até a classificação

O Flamengo chegou à semifinal após vencer o Cruz Azul por 2 a 1 no Dérbi das Américas, com gols em jogadas semelhantes de bola parada. A equipe manteve o elenco principal, com Arrascaeta e Bruno Henrique como destaques criativos. A preparação incluiu recuperação rápida pós-Libertadores.

Na competição, o Rubro-Negro demonstrou solidez defensiva com Léo Pereira e Danilo formando dupla eficiente. Rossi contribuiu com defesas cruciais, enquanto o meio-campo controlou o ritmo.

Essa vitória reforça a campanha invicta e posiciona o time como favorito contra europeus em decisões recentes.

Detalhes da final contra o PSG

A decisão ocorre em 17 de dezembro, às 14h (horário de Brasília), no Estádio Ahmad bin Ali. O PSG, campeão da UEFA Champions League, entra direto na final pelo formato da competição. O confronto reúne campeões continentais em busca do título intercontinental.

O Flamengo busca o bicampeonato mundial, considerando conquistas passadas reconhecidas pela FIFA. A equipe brasileira enfrenta um adversário com estrelas como atacantes rápidos e meio-campo criativo.

  • Data: 17 de dezembro.
  • Local: Ahmad bin Ali Stadium, Al Rayyan, Catar.
  • Horário: 14h (Brasília) ou horário local correspondente no Catar.

Preparação e escalações principais

Filipe Luís utilizou formação 4-2-3-1 com Rossi no gol, Varela, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro na defesa. Pulgar e Jorginho ancoraram o meio, enquanto Arrascaeta, Carrascal e Plata apoiaram o ataque com Everton Cebolinha e Bruno Henrique. Substituições refrescaram o time no segundo tempo.

O Pyramids alinhou El Shenawy; Chibi, Marei, Samy e Hamdi; Lasheen e Touré; com Ziko, Atef e Hafez no meio, Mayele na frente. Mudanças incluíram Zalaka e Reda para mais agressividade.

Ambas as equipes priorizaram equilíbrio tático em campo neutro.

Contexto da Copa Intercontinental 2025

A competição substitui o formato antigo do Mundial de Clubes anual, com etapas como Dérbi das Américas e Copa Challenger. O Flamengo representou a Conmebol como campeão da Libertadores, superando fases preliminares. O Pyramids avançou como vencedor africano após eliminar adversários asiáticos e oceânicos.

O torneio ocorre no Catar com jogos em estádios modernos. A final coroa o campeão entre o vencedor da Challenger e o europeu.

Essa edição reúne campeões de todas as confederações em sistema de mata-mata progressivo.

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