sábado, 7 março, 2026
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Gabi Zanotti marca de pênalti e Corinthians abre placar na final contra Palmeiras no Canindé

Gabi Zanotti converteu pênalti aos 5 minutos do segundo tempo e colocou o Corinthians em vantagem na partida de volta da final do Campeonato Paulista Feminino contra o Palmeiras. O jogo ocorre no Estádio do Canindé, em São Paulo, às 10h (horário de Brasília), com o time alvinegro precisando reverter a desvantagem de 5 a 1 sofrida no confronto de ida. A meia corintiana cobrou com precisão no canto esquerdo da goleira Kate Tapia, que chegou a tocar na bola, mas não evitou o gol. Com esse resultado parcial, as Brabas reduzem a diferença no agregado para 5 a 2 e seguem pressionando em busca de mais gols para forçar pelo menos os pênaltis.

O Palmeiras chegou à decisão com ampla vantagem após a goleada na Arena Barueri, onde marcou cinco vezes. Agora, as Palestrinas precisam administrar o jogo para conquistar o tetracampeonato paulista. O Corinthians entra em campo com alterações ofensivas para tentar a reação histórica.

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Minuto a minuto da partida

  • 00′ 2T: Bola rola para o segundo tempo no Canindé, com o Corinthians buscando a virada improvável.
  • 01′ 2T: Raíssa Bahia avança pela esquerda e chuta cruzado, mas a bola sai para fora.
  • 02′ 2T: Gabi Zanotti tenta voleio e é travada, com a sobra indo para fora após finalização de Andressa Alves.
  • 03′ 2T: Pênalti para o Corinthians após falta de Pati Maldaner em Gabi Zanotti dentro da área.
  • 05′ 2T: Gol do Corinthians! Gabi Zanotti cobra no canto esquerdo e abre o placar, reduzindo a vantagem palmeirense.
  • 08′ 2T: Raíssa Bahia chuta cruzado e manda para fora, com Tainá Maranhão sendo travada em seguida.
  • 11′ 2T: Palmeiras lança Tainá Maranhão, mas Lelê sai bem e defende.
  • 17′ 2T: Raíssa Bahia sofre falta pela esquerda, e o Palmeiras valoriza a posse.
  • 22′ 2T: Diany é lançada na área, mas Mariza corta e o Palmeiras pede pênalti.
  • 33′ 2T: Lelê faz grande defesa em chute de Raíssa Bahia após passe de Amanda Gutierres.
  • 38′ 2T: Gol anulado do Palmeiras por impedimento de Espinales em voleio na pequena área.
  • 41′ 2T: Amanda Gutierres chuta de longe e manda para fora.

O jogo segue em andamento com o Corinthians pressionando, mas o Palmeiras mantendo controle.

Contexto da decisão estadual

O Campeonato Paulista Feminino chega à sua fase decisiva com o clássico entre Corinthians e Palmeiras, que reedita a final do ano anterior. As equipes se enfrentam em jogos de ida e volta, com o Palmeiras levando grande vantagem após vencer por 5 a 1 na primeira partida. O Corinthians, que teve a melhor campanha na fase inicial, precisa de uma vitória expressiva para sonhar com o título. As Brabas eliminaram o São Paulo nas semifinais com duas vitórias por 2 a 1 cada.

O Palmeiras avançou após superar a Ferroviária com vitória por 2 a 0 e empate em 1 a 1. A equipe alviverde busca o quarto título paulista para igualar o número de troféus de rivais históricos. Ambas as formações contam com jogadoras experientes, como Gabi Zanotti no Corinthians e Amanda Gutierres no Palmeiras.

Principais lances do primeiro tempo

O primeiro tempo terminou sem gols, com poucas chances claras para ambos os lados. O Corinthians começou pressionando e chegou com perigo logo aos 2 minutos, quando Jhonson invadiu a área e chutou cruzado para fora. O Palmeiras respondeu aos 7 minutos com Tainá Maranhão, que finalizou por cima do gol.

Aos 27 minutos, Lelê fez duas defesas importantes em sequência após jogada de Tainá Maranhão e rebote de Amanda Gutierres. No final, aos 50 minutos, Vic Albuquerque teve a melhor oportunidade ao tocar na saída da goleira, mas a bola acertou a trave. O intervalo manteve o 0 a 0, favorecendo o Palmeiras pela vantagem agregada.

O jogo ficou truncado no meio-campo na maior parte da etapa inicial. Ambas as equipes trocaram passes, mas sem efetividade nas finalizações.

Alterações táticas no segundo tempo

O Corinthians promoveu mudanças no intervalo para aumentar o poder ofensivo. Entraram Gisela Robledo, Letícia Monteiro e Espinales nas vagas de Jhonson, Érika e Ingryd. As substituições visam dar mais mobilidade ao ataque alvinegro. Pelo lado do Palmeiras, as trocas ocorreram aos poucos, com entradas como Soll, Diany e Tainá Maranhão para refrescar o meio e o ataque.

Aos 25 minutos, Gi Fernandes entrou no lugar de Dayana Rodríguez. Outras alterações incluíram Tamires por Andressa Alves e Greicy Landázury por Ana Guzmán. O técnico Lucas Piccinato busca equilibrar defesa e ataque na busca pela reação. As Palestrinas respondem com ajustes para segurar o resultado parcial.

Essas mudanças alteram o ritmo da partida. O Corinthians ganha em posse de bola, enquanto o Palmeiras explora contra-ataques.

Reações das jogadoras e técnicos

Lucas Piccinato, treinador do Corinthians, destacou antes do jogo a necessidade de tentar o “inacreditável” para reverter o placar. A equipe entra motivada pela torcida no Canindé, apesar da desvantagem. Pelo Palmeiras, a técnica Rosana Augusto enfatizou manter o foco, mesmo com a ampla vantagem conquistada na ida.

Jogadoras como Gabi Zanotti representam a experiência corintiana em decisões. No lado alviverde, Amanda Gutierres e Brena são peças chave no ataque que funcionou bem no primeiro duelo. O clássico mantém a rivalidade intensa no futebol feminino paulista.

As atletas demonstram concentração total. Declarações pré-jogo reforçam o respeito mútuo entre os elencos.

Histórico recente do confronto

Corinthians e Palmeiras se enfrentam frequentemente em finais estaduais nos últimos anos. O Palmeiras levou a melhor na decisão de 2024 nos pênaltis. Em 2025, o confronto na fase de grupos terminou empatado. A goleada na ida marcou a maior vantagem em uma final recente.

Nos últimos encontros, o Corinthians levou vantagem em algumas partidas do Brasileiro Feminino. O Palmeiras, porém, mostrou superioridade na semifinal e na ida desta final. Ambas as equipes contam com elencos reforçados para a temporada.

O duelo agrega valor ao futebol feminino no estado. As finais atraem atenção crescente de torcedores e mídia.

Posse de bola e estatísticas parciais

Até os 41 minutos do segundo tempo, o Palmeiras mantém leve superioridade na posse de bola, com cerca de 52%. O Corinthians responde com mais finalizações no segundo tempo. A partida apresenta cartões amarelos, como para Espinales após comemoração de gol anulado.

As estatísticas refletem o equilíbrio tático imposto pelo Palmeiras. O Corinthians aumenta o volume de jogo após o gol. Escanteios e faltas distribuem-se de forma equilibrada entre as equipes.

Dados parciais indicam intensidade alta. As goleiras Lelê e Kate Tapia acumulam defesas importantes.

Expectativa para os minutos finais

A partida segue aberta até os 40 minutos do segundo tempo, com o Corinthians buscando mais gols. O Palmeiras valoriza a posse e explora espaços para contra-ataques. A torcida corintiana empurra o time no Canindé em busca da reação.

O jogo continua em andamento, com possibilidade de mais emoções. As equipes mantêm o ritmo alto apesar do desgaste natural.

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