Príncipe Harry enfrenta aproximação indesejada de stalker conhecida em visita de quatro dias a Londres

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O príncipe Harry, duque de Sussex, enfrentou duas situações de risco durante sua viagem de quatro dias ao Reino Unido em setembro de 2025. A equipe de segurança particular identificou e bloqueou uma mulher já monitorada por comportamento obsessivo em relação ao duque. Os episódios ocorreram em Londres, onde Harry participava de compromissos oficiais e beneficentes.

A perseguidora, listada como indivíduo fixado pela proteção privada do príncipe, conseguiu acessar áreas restritas em eventos públicos. Isso aconteceu sem a presença de escolta policial oficial, uma vez que Harry perdeu o direito automático a tal proteção após deixar os deveres reais em 2020. A intervenção rápida evitou contatos diretos, mas destacou vulnerabilidades na rotina do duque.

Fontes ligadas à equipe relataram que a mulher murmurava comentários sobre Harry em um banheiro de hotel, levando à sua remoção imediata. Ela reapareceu dois dias depois, próximo a outro local visitado pelo príncipe. Esses fatos foram confirmados por relatos de testemunhas no local.

A mulher já havia tentado seguir Harry e sua esposa, Meghan Markle, em viagem à Nigéria em maio de 2024.

Ela entrou em zona segura no Royal Lancaster Hotel, 20 minutos antes da chegada de Harry.

Equipe usou bloqueio físico para impedir aproximação no segundo incidente.

Não houve prisão imediata, mas o caso reforça monitoramento contínuo.

Preparativos para o WellChild Awards

A viagem de Harry ao Reino Unido incluiu a participação no WellChild Awards, evento anual que apoia crianças com condições graves de saúde. Como patrono da organização há mais de 15 anos, o duque apresentou prêmios e interage com famílias beneficiadas. O hotel Royal Lancaster, em West London, sediou a cerimônia em 8 de setembro de 2025.

Seguranças realizaram varreduras com cães farejadores no perímetro do local. A mulher foi detectada no banheiro feminino, onde proferia observações sobre o príncipe. Agentes a retiraram antes da chegada de Harry, que prosseguiu com o programa sem interrupções.

Prince Harry – Photo: Instagram

Fotografias mostram a perseguidora próxima ao veículo do duque após a expulsão do hotel. A equipe privada, financiada pelo próprio Harry, coordenou a resposta sem apoio policial imediato. Esse episódio ocorreu em meio a uma agenda lotada, com visitas a instituições acadêmicas.

Ação rápida no centro de estudos

Dois dias após o incidente no hotel, Harry visitou o Centro de Estudos de Lesões por Explosão do Imperial College, no oeste de Londres. O local foca em pesquisas sobre impactos de traumas em veteranos e civis. A perseguidora reapareceu a poucos metros do duque ao final do compromisso.

Funcionários do escritório de Harry reconheceram a mulher e formaram uma barreira física para bloquear sua aproximação. Sem presença policial próxima, a intervenção dependeu de dois agentes privados. O príncipe deixou o local sem maiores contratempos.

O caso ilustra a dependência de proteção particular desde a decisão judicial de 2024, que negou recurso para escolta estatal. Harry argumentou em tribunal pela necessidade de avaliação de riscos por viagem, mas a corte manteve a revogação automática.

Histórico de monitoramento da perseguidora

A mulher integra uma lista mantida pela segurança de Harry de indivíduos com fixação excessiva. Relatos indicam tentativas anteriores de acompanhamento em eventos internacionais. Em maio de 2024, durante a visita oficial à Nigéria, ela foi observada próxima ao casal ducal.

Profissionais de proteção descrevem o perfil como comum entre obsessões por figuras públicas. A equipe realiza avaliações contínuas de ameaças, incluindo perfis psicológicos. Não há detalhes públicos sobre a identidade dela, preservando privacidade.

O monitoramento começou após padrões repetidos de comportamento. Viagens de Harry, como a de setembro, exigem planejamento antecipado de rotas e perímetros. Esse histórico justifica a lista de alertas usada pela equipe.

Disputa judicial por proteção policial

Harry iniciou batalha legal em 2023 contra o Home Office britânico pela revogação da segurança financiada pelo Estado. A decisão veio após sua saída da família real em janeiro de 2020, junto com Meghan. O Comitê Executivo Real e VIP determinou análise caso a caso para visitas futuras.

Em fevereiro de 2024, a Alta Corte rejeitou o pedido inicial do duque. Ele recorreu, alegando desigualdade no tratamento de riscos. A Corte de Apelação manteve o veredicto em maio de 2024, sem concessões.

Durante a viagem de setembro, oficiais da Metropolitan Police ofereceram proteção voluntária por iniciativa própria. Isso não altera a política geral, que exige avaliações individuais. O príncipe expressou preocupação com a “dificuldade em aceitar” a mudança em depoimentos.

Compromissos beneficentes mantidos

Harry prosseguiu com agenda apesar dos incidentes. No WellChild Awards, ele destacou o papel da caridade em apoiar famílias. O evento premiou crianças resilientes e profissionais de saúde.

A visita ao Imperial College envolveu discussões sobre avanços em tratamentos de traumas. O duque, veterano militar, apoia pesquisas nesse campo há anos. Esses engajamentos reforçam seu foco em causas humanitárias.

A equipe privada coordenou todos os deslocamentos com protocolos rigorosos. Não houve cancelamentos, priorizando a continuidade dos eventos.