sábado, 7 março, 2026
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Mariana Weickert revela carcinoma basocelular e alerta para detecção precoce de câncer de pele em 2025

Mariana Weickert, modelo de 43 anos, revelou na quinta-feira (27) o diagnóstico de carcinoma basocelular, um tipo comum de câncer de pele não melanoma. A informação foi divulgada em vídeo nas redes sociais, onde ela enfatizou a importância da prevenção. O caso ocorreu em São Paulo, e o objetivo é incentivar consultas dermatológicas regulares.

A revelação veio como um lembrete sobre os riscos da exposição solar excessiva, principal causa do problema. Weickert mencionou que o diagnóstico a pegou de surpresa, apesar de cuidados rotineiros. Ela planeja prosseguir com o tratamento, que apresenta alto índice de cura quando detectado cedo.

  • Exposição ao sol sem proteção aumenta o risco em até 80% dos casos, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).
  • Mulheres entre 40 e 50 anos representam 45% dos diagnósticos de câncer de pele no Brasil em 2025.
  • Carcinoma basocelular surge em áreas como rosto e pescoço, afetando 176 mil novos casos anuais no país.

Sinais iniciais que demandam atenção imediata

Manchas que não cicatrizam em quatro semanas surgem como o primeiro alerta para o carcinoma basocelular. Essas lesões podem coçar ou sangrar intermitentemente, afetando camadas profundas da epiderme.

Pintas que alteram cor ou textura indicam possível evolução para melanoma, o tipo mais agressivo. Weickert destacou que mudanças sutis no corpo merecem avaliação profissional.

Tipos principais e suas características específicas

O carcinoma basocelular representa 80% dos cânceres de pele no Brasil, com baixa letalidade se tratado a tempo. Ele se manifesta como feridas persistentes em regiões expostas ao sol, como o rosto e as mãos, e responde bem a intervenções cirúrgicas simples. Dados do INCA apontam para 93 mil casos em mulheres em 2025, reforçando a necessidade de mapeamento anual de pintas.

O carcinoma espinocelular afeta células escamosas e aparece em áreas como couro cabeludo ou pescoço, com potencial para metástase se ignorado. Tratamentos incluem crioterapia ou radioterapia, e a exposição cumulativa ao sol eleva o risco em populações de pele clara. No contexto de Weickert, o foco em detecção precoce evitou complicações maiores.

O melanoma, originado em melanócitos, responde por 3% dos tumores cutâneos, mas causa 90% das mortes relacionadas. Ele surge como lesões assimétricas com diâmetro acima de 6 mm e bordas irregulares, podendo se espalhar para linfonodos. Estimativas indicam 8.450 novos casos em 2025, com sobrevida de 90% em estágios iniciais graças a imunoterapias.

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Método ABCDE para autoexame eficaz

A assimetria em pintas ou manchas exige verificação imediata, pois indica crescimento irregular das células cancerígenas.

Bordas irregulares ou dentadas diferenciam lesões benignas de malignas, facilitando o diagnóstico precoce em consultas.

  • Cores variadas, como preto ou marrom irregular, sinalizam risco elevado em 70% dos melanomas.
  • Diâmetro superior a 6 mm requer biópsia para confirmação histopatológica.
  • Evolução rápida em tamanho ou forma justifica atendimento dermatológico urgente.

Fatores de risco associados à exposição solar

A radiação ultravioleta acumulada ao longo da vida eleva o risco de câncer de pele em 2 a 3 vezes para quem passa mais de 4 horas diárias ao sol sem filtro. No Brasil, regiões Norte e Nordeste registram 40% mais casos devido ao clima equatorial, com picos entre novembro e fevereiro.

Histórico familiar ou pintas congênitas dobram a probabilidade, especialmente após os 40 anos, como no caso de Weickert. Profissões ao ar livre, como modelagem em locações externas, contribuem para 25% dos diagnósticos em adultos jovens.

Medidas preventivas recomendadas por especialistas

Uso diário de protetor solar com FPS 30 ou superior reduz em 50% a incidência de carcinoma basocelular, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. Aplicar a cada duas horas em dias ensolarados e reaplicar após nado ou suor mantém a barreira cutânea intacta.

Roupas de proteção, como mangas longas e chapéus de aba larga, bloqueiam 98% dos raios UVA, ideais para atividades ao ar livre. Evitar horários entre 10h e 16h minimiza exposição direta, integrando hábitos simples à rotina urbana.

Exames dermatológicos anuais detectam 95% das lesões em fase inicial, com mapeamento digital de nevos para monitoramento preciso. Weickert incentivou essa prática em seu relato, transformando o diagnóstico pessoal em ferramenta coletiva de saúde.

Tratamentos disponíveis e taxas de sucesso

Cirurgia micrográfica remove tumores com precisão, preservando tecidos saudáveis em 99% dos casos de carcinoma basocelular. Procedimentos ambulatoriais duram menos de uma hora e apresentam recidiva abaixo de 5% em seguimentos de cinco anos.

Crioterapia com nitrogênio líquido congela lesões superficiais, eficaz para espinocelular inicial com taxa de cura de 90%. Indicada para áreas sensíveis como pálpebras, essa opção minimiza cicatrizes e permite retorno rápido às atividades.

Imunoterapia e terapia-alvo avançam no controle de melanoma metastático, elevando sobrevida em 35% para estágios IV. Medicamentos como inibidores de PD-1 ativam o sistema imune contra células malignas, com estudos de 2025 mostrando respostas duradouras em 40% dos pacientes.

Radioterapia complementa cirurgias em locais de difícil acesso, como nariz ou orelhas, alcançando controle tumoral em 85% dos casos não melanoma. Sessões semanais por quatro a seis semanas integram planos personalizados baseados em biópsias.

Orientações para consultas dermatológicas regulares

Profissionais recomendam autoexame mensal da pele, cobrindo couro cabeludo, unhas e mucosas com espelho auxiliar. Registrar fotos de lesões permite rastrear evoluções ao longo de meses, facilitando discussões em consultas.

Dermatologistas priorizam pacientes com múltiplas pintas ou histórico de queimaduras solares graves, agendando biópsias em até 48 horas para suspeitas. No SUS, o programa de rastreamento precoce atende 2 milhões de brasileiros anualmente, com foco em prevenção comunitária.

A prevenção salva vidas ao identificar alterações antes de metástases, com Weickert exemplificando como relatos públicos mobilizam ações preventivas. Manter agendas anuais reforça a vigilância, integrando saúde cutânea à rotina diária.

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