sábado, 7 março, 2026
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Paraná publica novos informes epidemiológicos sobre a dengue

Dois informes epidemiológicos abrangendo as 53 semanas epidemiológicas de 2025 e a primeira semana de 2026 foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (13). Neste ano, até dia 7 de janeiro, foram notificados 384 casos suspeitos de dengue, com 10 confirmações.

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Na última semana epidemiológica de 2025, segundo o boletim, foram registrados mais 769 casos da doença. No total, foram notificados mais de 305 mil casos, com mais de 92 mil diagnósticos confirmados em 2025. Somando a isso, 145 óbitos em decorrência à dengue foram reportados.

As cidades de Agudos do Sul, Campo do Tenente, Coronel Domingos Soares, Doutor Ulysses, Godoy Moreira, Goioxim, Itaperuçu, Quitandinha, Fernandes Pinheiro, Paulo Frontin, Porto Vitória e Rio Azul não registraram casos de dengue durante o ano de 2025. Destas, Fernandes Pinheiros não teve sequer notificação de possíveis casos da doença.

No total, 398 municípios apresentaram notificações da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 387 contabilizaram casos confirmados.

As regionais com os maiores números de casos confirmados neste período epidemiológico são a 17ª RS de Londrina (22.653); 14ª RS de Paranavaí (13.031); 15ª RS de Maringá (11.577); 19ª RS de Jacarezinho (6.705); e 12ª RS de Umuarama (5.350).

OUTRAS ARBOVIROSES

A publicação inclui ainda dados sobre chikungunya e zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Foram confirmados 6.090 casos e 8 óbitos por chikungunya no acumulado de 2025, num total de 11.560 notificações.

Quanto ao vírus zika, houve 207 notificações, sem nenhum caso confirmado no ano passado.

FEBRE OROPOUCHE

A Sesa também divulgou os casos de oropouche no Paraná durante o ano de 2025, totalizando 179 notificações e 150 casos confirmados. Do total de confirmações, 147 são casos autóctones, sendo 144 casos do município de Adrianópolis, 2  de Morretes e 1 caso de Guaratuba. Quanto aos importados, 1 caso no município de Arapongas (LPI Espírito Santo) e 2 no município de Maringá (LPI Minas Gerais).

A febre oropouche é causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), transmitido principalmente pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Após picar uma pessoa ou animal infectado, o vetor pode transmitir o vírus a outras pessoas.

Em 2026, até o momento, não houve registros de chikungunya, zika ou oropouche no Estado.

O Ano Epidemiológico 2026 começou em 4 de janeiro e, por se tratar do início do período, os dados referentes à Semana 01 ainda estão em fase de consolidação, podendo haver alteração dos dados em boletins futuros.

Confira o boletim da dengue AQUI.
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