Damares Alves – Senadora – Seus posicionamentos, sempre que passaram a ser de meu conhecimento, como brasileiro, me envolveram no clima de aprovação – de aplausos e até de propagação de suas salutares ideias. A Senadora Damares, um tanto quanto acanhada nos últimos dias, um tanto quanto “encolhida” – quieta e silenciosa, eis que decidiu voltar a aplicar seus “apreciáveis beliscões nas criaturas que fizeram por merecê-los. A Senadora, agora, está propondo uma ação a ser praticada pelo eleitor e, dessa forma, superar, principalmente, a “chamada extensão” de culpa ao eleitor em casos em que essa situação se caracteriza na eleição daqueles que já estão até acostumados a frustrarem a Sociedade. Damares está propondo ao eleitor se inteirar sobre os nomes daqueles parlamentares que, por interesses vários, votaram contra a formação e criação da CPI da corrupção… A que investigaria o monstruoso roubo dos aposentados. É patético saber-se que tivemos parlamentares que, descaradamente, protegeram a quadrilha que assaltou idosos, impedindo a instalação de investigação. Patético, mas ocorreu. Assim é que lembrar, anotar e na hora do voto dar a resposta devida aqueles “companheiros dos ladrões” é a excelente proposta da Senadora Damares Alves. Mas, há talvez uma pequena sugestão que esteja faltando nessa proposta… Estender essa posição não apenas aos cúmplices da quadrilha, mas sim, necessariamente, a todos os demais que, nesse último período, produziram apenas frustrações ao eleitor, deixando suas obrigações parlamentares num caráter secundário. É hora de deixarmos a cumplicidade e dizermos “Não” – na hora do voto – a aqueles que lá estão e que durante todo o período disseram “Não” ao eleitor. É, portanto, hora de mudar… mudar esse Parlamento acovardado… ou interessado em outros objetivos que não os do povo. Vamos ter opções, e muitas, para mudarmos esse quadro que já produziu por demais “políticos profissionais” apegados não ao povo… mas, principalmente, a seus financiadores que o que fazem – e são especialistas – é defesa dos interesses – repito – de seus financiadores – e não do povo.
GRIFE
Pelo que se vê na Globo… A propagação da China, principalmente aos domingos, sugere que o governo daquele País comunista passou a ser o principal cliente da Venus Platinada.
FOLHETIINS
Marcio Pina. Assisti um pequeno vídeo doméstico, desses que se costuma produzir em família, e constatei ter o excelente profissional do vídeo Marcio Pina, mudado de ramo, deixou o ramo da televisão, trocando-o por outra atividade, fora desse tipo de comunicação. Deixarem um Marcio Pina deixar o ramo tendo a qualidade profissional que lhe é reconhecida, é sinal confirmado de que a TV aberta está “cada vez… mais cada vez.” Uma lástima ter a televisão deixado um profissional exemplar, competente, adequado a ela, televisão, enquadrando-se em todos os sentidos concordado, repito e infelizmente com seu afastamento. Acabaram comprovando que esse ramo – o televisivo – peca, nesse caso do Pina, principalmente, por não preservar-se pela qualidade, que é o que se exige do ramo. Aliás, o Marcio Pina há muito já deveria ter sido indicado para apresentação do jornalismo da própria Bandeirante que, nesse particular, deixa a desejar, quando teria nele o que se conhece e exige por “empatia” – digamos, entre outras variações, o marco fundamental de referência de quem assiste com os significados e componentes emocionais que contém, a identificar-se, em termos de televisão, com o próprio telespectador, ou o ouvinte no caso do radio ou o ator, no caso de palco, etc. Em outras palavras, ter forma de colocar-se no lugar do outro, ou o outro em seu lugar, porém sem perder nunca essa condição de “como se”. Enfim, a concordância para com a saída do Marcio Pina do ramo revela que “esse ramo não é para quem quer… é para quem pode” e que, no mínimo, deveria entender que “entre freguês e cliente” no ramo profissional a diferença não deve habitar o espaço que se conhece por ignorância… e para esclarecer… ignorante é aquele que ignora.
MESA DE BAR
Após o enorme fiasco produzido sobre o detergente YPÊ de parte da Janja (possivelmente seja eleito o “fiasco do ano”) citação que deixou a opinião pública de boca aberta, pasmada… eis criada uma notável oportunidade da Globo voltar a oferecer ao público o apreciável e imbatível quadro do programa “Sai de Baixo”, mudando apenas o chavão: Cala a boca, Magda… para Cala a boca Janja!!!!
– Garçom… Mais uma gelada, por favor.
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