DINHEIRO TEM…SEMPRE TEVE    

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Câncer… Um adulto sofre com os resultados dessa doença e até compreende as consequências brutais exigidas pelo tratamento cruel… e compreende por ser adulto. Mas, por que esse terrível mal aloja-se num anjinho desses, com menos de dois aninhos de vida? O que deve se passar em sua cabecinha com relação aos procedimentos que o castigam em busca da cura? E para nós, também adultos, ficam as perguntas: De onde vem esse castigo? Da natureza? De força desconhecida? Como entender um quadro desses se acreditamos que Deus está acima de tudo? Talvez tenhamos uma resposta mais aproximada do que buscamos na literatura de Shakespeare que, em Hamlet deixou na história e para a história sua célebre frase: “Entre o céu e a terra há muita coisa que a nossa vã filosofia não alcança!” 

Um médico especialista faz o que pode, o que está a seu alcance em relação a essa doença, todavia, ele é médico, não cientista e, diante de um quadro que acabamos de encarar, envolvendo – mais um entre centenas – uma criança, perguntamos por quais razões, até hoje, não se partiu para uma concentração de notáveis em busca de estudos permanentes que levem à cura dessa verdadeira praga? Várias vezes, nessa trilha jornalística, tivemos chance de fazer essa pergunta a integrantes do meio, e a resposta, entretanto, sempre foi a mesma: “Faltam recursos na área da saúde, para uma empreitada dessa natureza!” Hoje, abalados por um caso, repito –mais um, concluímos que, na área da saúde, pelo menos no Brasil, estamos convencidos de que RECURSOS É O QUE NÃO FALTAM e, para encerrarmos esse tema desta coluna de hoje, deixando pelo menos uma prova dessa certeza, eis que buscamos há algum tempo, lembrar de circunstâncias que provam que, dinheiro é o que não falta quando abrem-se brechas no sentido de buscarem recursos que são encontrados nessas ocasiões. Uma prova de que quando querem o dinheiro aparece? Só uma rubrica, para encerrarmos, sobre dinheiro da saúde que apareceu e depois voou para nunca mais sequer justificarem sua aplicação. Vejamos lembrando apenas de “um dos reboliços que engoliu não milhares, mas milhões” sem respostas justificáveis em torno de sua aplicação: Por Estados… Alguns;

João Dória: São Paulo: Levou 135 BILHÕES de reais do povo brasileiro e mais – também em bilhões em auxílio – $55,19.

Flavio Dino, quando do governo do Maranhão, hoje ministro do Supremo nomeado por Lula, levou 36 bilhões e, pouco mais tarde, de auxílio, 11,8 também em bilhões.

Minas Gerais: Mauro Mendes: 15,4 bilhões e mais um auxílio de 4,96 – também em bilhões.

Tudo em bilhões…

Belivaldo Chagas – daquele pequenino Sergipe – 19,9 bilhões e mais auxílio, depois, de 3,85… também bilhões.

Ibaneis Rocha, do Distrito Federal: 9,8 bi e mais 3,45.

E Alagoas, do governador Renan Filho, cujo pai é o conhecido Renan Calheiros… Levou $18,09 bilhões e mais $5,46. 

No RGS o “Leitinho” – Eduardo Leite – “abiscoitou”: $40,09 e depois pegou mais $12,20 – Tudo BI, repete-se.

Rio de Janeiro do Wilson Witzel. $76 e depois mais $24,94.

No Amazonas o Wilson Lima mordeu $18 bilhões e mais$6,84 e para ficar por aqui, a Bahia “abiscoitou”, através da extrema esquerda Ruy Costa nada menos do que $67 bilhões e mais $25,35 de auxílio.  

MESA DE BAR

Prestações de contas sobre o dinheiro acima estão sendo exigidas através de manifestações populares pela internet, pedidos acompanhados pelas fotos de cada um desses “impolutos”, acima descritos, fotos cujo espaço aqui impede a publicação pelo volume. Mas estão ali, na rede. E se alguém espera que eles prestem as contas pedidas, que procure “boa acomodação” para não cansar, pois isto aqui é Brasil, onde o impossível é o que acontece e o provável só em raras exceções.

– Garçon… Mais uma gelada, por favor
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