Soltaram as rédeas desta história a seguir e ela saiu em disparada em buca de encontrar seu ou seus autores. Durante a corrida ela passou por mim… Ou, tentou passar, mas como fez isso bem pertinho de mim… captei-a. Abracei-a com força para não deixa-la escapar. É que nesse mundo de hoje, nesse íngreme caminho que dizem ser “das comunicações” posses inexplicáveis ocorrem. Eu, por exemplo, quando “comunicador na área de rádio” criei, entre várias outras produções, a que dei o título de “PÁGINAS DA VIDA”. Passado algum tempo, mudando de empresa, eis que vi na TV Globo lançarem uma novela com esse título: “PÁGINAS DA VIDA”. Nunca registrei nada do que tenha criado na área da comunicação, pois chegar a ser imitado a mim não ofende, ao contrário, até provoca certo orgulho. Ponto de Vista, em rádio, projetei três meses antes da revista Veja usar esse mesmo título em suas páginas. Mas a história que repasso a vocês por aqui, a seguir, diz respeito e vem da Microsoft e nela contam que um cidadão consultou seu bolso e constatou que ali lhe restavam cinquenta dólares. Desempregado e, meio assustado diante da aproximação de inevitáveis necessidades, resolveu, ao passar na frente da Microsoft, tentar emprego. Ali, lhe disseram que só havia uma vaga e, mesmo assim, no setor de FAXINA. Ele aceitou e, ao preencher ficha, lhe perguntaram, entre outras coisas, qual era seu e-mail, para ser possível lhe avisar depois o resultado. Ele, simplesmente, respondeu que não tinha e-mail. Diante da resposta, interromperam o contacto e ele foi dispensado sobre alegação de que quem não tinha nem e-mail da Microsoft, mão poderia sequer tentar trabalhar ali. Ele, então, sem ter mais nada a fazer, pegou os cinquenta dólares que lhe restavam, atravessou a rua, entrou numa quitanda e gastou tudo em maçãs. Com as maçãs numa caixa, passou a bater de porta em porta, buscando vendê-las. Vendeu todas e conseguiu transformar seus 50 dólares em 150. Voltou à quitanda e gastou tudo em maçãs, novamente. E voltou a bater nas portas e fez dos 150, nada menos do que 450 dólares. E passou o resto do dia comprando e revendendo maçãs. Repetiu aquela atividade nos dias seguintes. Após uma quinzena, contou seus dólares e constatou que os havia multiplicado até 2.500 dólares. E assim foi fazendo até perfazer cinco mil dólares. Foi quando decidiu comprar uma carrocinha para poder transportar mais maçãs… vendê-las, comprar mais… vendê-las… até pensar em trocar a carrocinha por uma pequena camionete. O fez e seguiu naquele ramo… naquele tipo de operação, trocando de veículos, comprando e revendendo maçãs. Foi quando lhe foi possível comprar um “caminhão meio usadão”, depois um pequeno barracão, além outros produtos pra comércio e transformar aquela atividade em empresa. Em dois anos estava rico… conseguia triplificar tudo. Ficou riquíssimo. Até que um dia um gerente bancário foi recebido por ele para uma grande operação e, ao preencher os dados, o bancário perguntou-lhe, entre outras coisas, telefone, CPF – etc… E SEU E-MAIL. Ao dizer que não tinha e-mail, o bancário se surpreendeu e disse:
-“ Nossa… O senhor tem toda essa fortuna… e não tem e-mail – algo que todo mundo tem!!! Imagina O QUE o senhor seria se tivesse e-mail”. E repetiu:
Imagina – para suas comunicações – o que o senhor seria se tivesse e-mail!!
– SERIA FAXINEIRO DA MICROSOFT!!! (RESPONDEU)!!!
GRIFE
Música, cuja letra anda conquistando admirações e preferências, desde o título: “A VIDA É UMA CASA ALUGADA.” Um “musicaço – letraço” !! Arte por exposição! Filosofia por indução!
FOLHETINS
No regime comunista todo e qualquer alimento produzido é confiscado pelo governo. Por isso morre tanta gente de fome desde 1917 quando implantado. Sabem “confiscar” tudo o que é dos outros. Sabem até roubar… mas não sabem “coordenar ou administrar NADA”.
Continuar preparando alimentos em açougues, lanchonetes e padarias – SEM USAR MÁSCARAS – é manter-se fornecendo-nos alimentos com cuspidinhas/salivinhas dos manipuladores que trabalham falando.
Que ideia incoerente a do comercial da Latinha da Brahma, com o ex-jogador Ronaldo, aquela propaganda na TV na qual ele faz o gesto de romper o lacre com os dedos e diz: “Assim”. Praticamente, no gesto ele “lava o dedo” – que dá a ideia de que pode estar sujo – lava no líquido. Aliás, o próprio lacre, em latinhas de cerveja ou refrigerantes, está colocado de forma errada. Ele é “empurrado” pra dentro, misturando-se ao conteúdo. E se quando no depósito um rato fez xixi ali, naquele local da lata?
Certa vez sugeri a um dono de mercado repassar ao fabricante (com quem ele tem contato) essa constatação, mas não aceitou o conselho. Apenas me respondeu:
-“Meu negócio é vender”!
MESA DE BAR
E aquela empresária – socialite – da área comercial – foi conhecer a China e, aproveitando, lá comprou – para sua rede comercial – um container inteiro de acendedores elétricos para carvão de churrasqueira. Embora sem querer, a notícia lembra-nos certa primeira dama e certa ex-presidente: Trouxe tudo 220 volts. Em sua cidade a corrente é 110.
– Garçom… Mais uma gelada, por favor!!!
O post PÁGINAS DA VIDA apareceu primeiro em O Paraná – Jornal de Fato.
